Menu lateral
Imagem
Imagem
Imagem
Gazeta >
AO VIVO

ASSISTA

TV GAZETA AL
AO VIVO

ASSISTA

GAZETA NEWS
GAZETA 94.1 - Maceió AO VIVO

GAZETA 94.1

Maceió
GAZETA FM 98.3 - Maceió AO VIVO

GAZETA FM 98.3

Maceió
GAZETA 101.1 - Arapiraca AO VIVO

GAZETA 101.1

Arapiraca
GAZETA 101.3 - Pão de Açúcar AO VIVO

GAZETA 101.3

Pão de Açúcar
CLASSIC - Rádio Web AO VIVO

CLASSIC

Rádio Web
Imagem
Menu lateral Busca interna do GazetaWeb
Imagem
AO VIVO

ASSISTA

TV GAZETA AL
AO VIVO

ASSISTA

GAZETA NEWS
GAZETA 94.1 - Maceió AO VIVO

GAZETA 94.1

Maceió
GAZETA FM 98.3 - Maceió AO VIVO

GAZETA FM 98.3

Maceió
GAZETA 101.1 - Arapiraca AO VIVO

GAZETA 101.1

Arapiraca
GAZETA 101.3 - Pão de Açúcar AO VIVO

GAZETA 101.3

Pão de Açúcar
CLASSIC - Rádio Web AO VIVO

CLASSIC

Rádio Web
X
compartilhar no whatsapp compartilhar no whatsapp compartilhar no facebook compartilhar no linkedin
copiar Copiado!
ver no google news

Ouça o artigo

Compartilhe

Alunas de programa profissionalizante denunciam falta de espaço para aulas

Em carta encaminhada à Secretária da Mulher, estudantes afirmam ter sido expulsas de sala e responsabilizam Secretaria de Educação

Alunas do Programa Mulheres Mil, do Instituto Federal de Alagoas (Ifal), pertencentes à comunidade Coca Cola, no Tabuleiro do Martins, encaminharam uma carta à secretária de estado da Mulher e dos Direitos Humanos, Maria José da Silva, denunciando a falta de espaço em uma escola da rede estadual para concluir os cursos ofertados pelo projeto. As alunas afirmam que foram expulsas de sala e responsabilizam a Secretaria de Estado da Educação (Seduc).

Tudo em um só lugar.

Receba notícias da GazetaWeb no seu WhatsApp e fique por dentro de tudo!

ACESSE O GRUPO >
Aplicativo na whatsapp Store

No abaixo-assinado, elas declaram que têm o direito de voltar para a Escola Romeu de Avelar, onde eram ministradas as aulas, uma vez que, em janeiro deste ano, o curso foi iniciado e, 40 dias depois, as estudantes foram convidadas a deixar o espaço. O motivo da saída nunca foi informado às estudantes, segundo elas indicam na carta.

Leia também

"Sabemos que algumas salas de aula estão desocupadas no turno vespertino. Assim sendo, nada justifica a nossa saída. As escolas públicas devem ser, também, locais que ofereçam conhecimento e apoio à sua comunidade, pois a relação entre ela e as pessoas que lá vivem deve ser um importante caminho para que a sociedade seja mais igualitária e justa dentro das políticas de gestão educacional", diz trecho da carta.

As estudantes argumentam que estão assistindo às aulas em salas cedidas pela Faculdade Alagoana de Tecnologia (FAT), porém, algumas alunas não conseguem mais acompanhar o ritmo porque a escola fica distante do local onde moram. Já as aulas práticas acontecem em hotéis e restaurantes.

Shorts Youtube
Play
Enem 2026: Inscrições encerram nessa sexta-feira

Enem 2026: Inscrições encerram nessa sexta-feira

Play
Doação de sangue em Maceió

Doação de sangue em Maceió

Play
Acidente em Marechal Deodoro gera engavetamento

Acidente em Marechal Deodoro gera engavetamento

Play
Áudios revelam ordem para PTK se infiltrar na política de Maceió

Áudios revelam ordem para PTK se infiltrar na política de Maceió

Play
Polícia prende suspeitos de integrar o Comando Vermelho em AL e no RJ

Polícia prende suspeitos de integrar o Comando Vermelho em AL e no RJ

"Somos moradoras da comunidade e mães de alunos dessa escola [Romeu de Avelar]. Nossa comunidade é insegura e, por esse motivo, não é viável para nós assistirmos aula em outra localidade. Pedimos que a Sra., como Mulher, sensível às causas sociais, junto ao governador Renan Filho, autorize o nosso retorno à escola, para que todas nós, principalmente as colegas dos cursos de Cartonageira à mão e Artesã de Pintura em Tecido possam concluir as aulas práticas e que a nossa certificação possa acontecer, pois só teremos formatura quando as cinco turmas concluírem as cargas horárias", acrescentaram as estudantes.

O Programa Mulheres Mil é uma oportunidade de profissionalização, através do Ifal, que proporciona independência e empoderamento. Ao final da carta, as alunas alegam não conseguir entender a causa que levou a Secretaria Estadual de Educação "a expulsar a gente da escola. Temos direito, o prédio é público e está com salas desocupadas. Queremos uma solução, temos prazo e não estamos pedindo favor".

A Secretaria de Estado da Educação, por sua vez, manifestou-se por meio denota. Confira, abaixo, a íntegra do comunicado:

A Secretaria de Estado da Educação (Seduc), a exemplo de outras redes, acredita, apoia e investe na proposta do Governo Federal de propiciar uma base teórica a profissionais que tinham uma vivência prática por meio do programa Mulheres Mil. Pela rede pública estadual, 2.070 alagoanas foram beneficiadas com a oferta de cursos em diversas unidades escolares em todo o estado. 

E, assim como a Seduc busca apoiar-se na própria estrutura para atender a sua demanda, acredita que outras redes detenham suporte suficiente para também fazê-lo e, com isso, aumentar ainda mais a oferta. No caso colocado, a oferta não é responsabilidade da Secretaria de Estado da Educação. 

A Escola Romeu de Avelar oferta educação básica nos Ensinos Fundamental e Médio, nos três turnos, e não dispõe de espaços que possam ser cedidos a outras instituições.

Tags

App +Gazeta

Confira notícias no app, ouça a rádio, leia a edição digital e acesse outros recursos

Aplicativo na Google Play Aplicativo na App Store
Aplicativo na App Store

Relacionadas