Novas sanções da ONU são 'ato de guerra', diz Coreia do Norte
Ministério de Relações Exteriores disse em comunicado que medida é um 'bloqueio econômico completo' contra o país.

Anovas sanções impostas pela Organização das Nações Unidas (ONU) contra a Coreia do Norte, no sábado (23), são um "ato de guerra e equivale a um bloqueio econômico completo contra o país", informou o Ministério das Relações Exteriores norte-coreano em um comunicado divulgado pela agência oficial de notícias KCNA neste domingo (24).
Tudo em um só lugar.
Receba notícias da GazetaWeb no seu WhatsApp e fique por dentro de tudo!

"Nós rejeitamos totalmente as últimas sanções da ONU como um ataque violento à soberania da nossa república e a um ato de guerra que destrói a paz e a estabilidade da península coreana e da região", afirmou a chancelaria da Coreia do Norte.
Leia também
"Os Estados Unidos, completamente aterrorizados com os esforços para completar a força nuclear norte-coreana, estão cada vez mais frenéticos em impôr duras sanções e pressões sobre o nosso país", disse o Ministério.
O líder norte-coreano Kim Jong-Un proclamou em 29 de novembro que seu país se tornou um Estado nuclear operante depois de testar com sucesso um novo tipo de míssil que ele acredita poder atingir qualquer lugar nos Estados Unidos.


Jovem é encontrado morto em terreno baldio no bairro Cleto Marques

Defensoria cobra solução para atrasos na coleta de lixo em Maceió

Operação prende 9 suspeitos e influenciador PTK em Alagoas

Enem 2026: Inscrições encerram nessa sexta-feira
"Vamos continuar a consolidar a nossa defesa nuclear destinada a erradicar fundamentalmente as ameaças nucleares dos EUA, chantagem e movimentos hostis, estabelecendo o equilíbrio prático da força com os EUA", acrescentou o comunicado.
Novas sanções
O Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas impôs unanimemente na sexta-feira (22) novas sanções sobre a Coreia do Norte após seu mais recente teste de míssil balístico intercontinental.
A resolução proíbe quase 90% de exportações de produtos de petróleo refinado para a Coreia do Norte ao limitá-las a 500 mil barris ao ano e, no que diplomatas disseram ter sido uma mudança de último minuto, exige a repatriação de norte-coreanos trabalhando no exterior dentro de 24 meses, ao invés dos 12 meses propostos inicialmente.
