Ministro do STJ nega liberdade ao deputado cassado Eduardo Cunha
Félix Fischer vê risco da prática de outros crimes em caso de soltura. Ex-presidente da Câmara foi preso no mês passado e levado para Curitiba.
O ministro Félix Fischer, do Superior Tribunal de Justiça (STJ), negou um pedido de liberdade apresentado pelo deputado cassado Eduardo Cunha (PMDB-RJ), preso em outubro na Operação Lava Jato.
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Na decisão, assinada nesta quinta-feira (14), o ministro manteve a prisão por tempo indeterminado por considerar que há risco de prática de novos crimes em caso de soltura.
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Ex-presidente da Câmara, Cunha foi preso em Brasília e levado para Curitiba no mês passado, por decisão do juiz Sérgio Moro, responsável pela Operação Lava Jato na primeira instância.
Eduardo Cunha responde a processo em que é acusado de receber propina de contrato de exploração de petróleo no Benin, na África, e de usar contas na Suíça para lavar o dinheiro. Ele nega as acusações.


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No STJ, o pedido de liberdade ainda poderá ser analisado pela Quinta Turma, composta por cinco ministros. A defesa também pode apresentar habeas corpus ao Supremo Tribunal Federal.
