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Revista do grupo Estado Islâmico confirma morte do jihadista 'John'

Edição também tem 'pôster' com terroristas que atacaram Paris. Grupo ainda menciona ataque de San Bernardino, nos EUA

A edição mais recente da revista online de propaganda do grupo Estado Islâmico, chamada Dabiq, confirma a morte do "Jihadista John" que apareceu em vários vídeos de decapitações do grupo e foi alvo de um ataque dos Estados Unidos em novembro. A publicação diz que John era do Kuwait e se mudou com sua família para Londres.

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Um dia após o ataque contra John, o coronel Steven Warren, porta-voz americano da coalizão internacional que combate o grupo, disse que os militares dos EUA estavam "razoavelmente seguros" de que mataram o carrasco de sotaque britânico.

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"Estamos razoavelmente seguros de que matamos o alvo que estávamos buscando, que era o Jihadista John", mas "levará tempo, como é sempre o caso (...) para declarar formalmente e provar que conseguimos", afirmou Warren, em uma videoconferência a partir de Bagdá.

Na revista divulgada nesta terça-feira, o grupo diz que o jihadista morreu quando "o carro em que estava foi atingido por um drone da cidade de Raqqa, destruindo o carro e o matando instantaneamente".

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A edição também menciona o ataque de San Bernardino, nos EUA, no início de dezembro, quando um casal matou 14 pessoas em um centro comunitário que atende pessoas com deficiência. Segundo a revista, o ataque de San Bernardino "não foi o primeiro, e com a permissão de Allah não será o último".


				Revista do grupo Estado Islâmico confirma morte do jihadista 'John'
FOTO: Reprodução/ Dabiq

A revista também traz um pôster com nove jihadistas em meio a imagens da cidade de Paris e de pessoas feridas após a série de atentados promovida na capital francesa em 13 de novembro. Junto com a fotos dos terroristas, o grupo afirma que os ataques em Paris foram uma "lição".

A série de ataques em cafés, restaurantes, em uma casa de show e perto do Stade de France deixaram 130 mortos e mais de 350 feridos. Pelo menos sete terroristas morreram durante os atentados. Os jihadistas, em sua maioria, tinham nacionalidade francesa ou belga.

Três pessoas foram mortas dias depois em uma operação policial em Paris, incluindo o suposto mentor da ação, o belga Abdelhamid Abaaoud foi apontado por fontes próximas à investigação como mentor intelectual dos ataques. Outras duas pessoas foram presas, e um homem, Salah Abdeslam, está foragido.

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