
EM MACEIÓ
Gregório Duvivier fala sobre poesia, IA e política antes de apresentar 'O Céu da Língua'
Em entrevista, Gregório Duvivier reflete sobre poesia, oralidade, inteligência artificial e o papel da língua portuguesa

Em entrevista, Gregório Duvivier reflete sobre poesia, oralidade, inteligência artificial e o papel da língua portuguesa

Do regentea maestriados cantoresde todas as tribose todas as coresa alegria.Trombonetrompete e clarineterasgam de forma estridenteo silêncio contundenteda noite destemidaque ameaça aconteceremoldurando com luzconfete e serpentinaa pálida e descoloridaaven

Ai! Que saudade!Sinto que dói dentro de mim,é um aperto intenso no peito.Uma nostalgia!Ora ruim ... Ora gostosa,e que aumenta a cada dia.Que mais parece um mar cheio de lembranças,de ondas que batem no meu coração,lembrando tudo que vivi desde quando nasc

Acabas de nascerainda não te conheçoe por mais questionávelque possa parecerpor titenho apreçoe de titudo esperodesde o começo.Curiosidadesexpectativasdesejos miltenho dentro de mimapesar de saberque mesmo não nos sendo dadoo direito de conhecertudo já es

Encho o tanque do carroSorrio para a moçaAparo as pontas da fitaDe meu chapéu PanamáDou um laçoDou abraçoFaço um nóMeu sangue sul americanoMexicano ou cuiabanoPorto riquenhoBaiano sonhador,Como um sanduícheMastigo um pistacheVoo na avenidaBrinco na praia.

Diga-menoitepor que insisteem manter-me tristeprivando-me da luzse o antídotoquesó eleproduzé o único responsávelpor gerar clarezaatravés da qualconsigo enxergar belezaver que tudo reluz.Onde quer que estejacom o fim da escuridãosou só gratidão.Consigo pe