Porteiro do panelaço participa de ato pró-Lula e diz: “Até agora não sei por que fui detido”
Edmilson afirmou à Gazeta que assinou um TCO, foi liberado e retornou ao trabalho após o episódio na Ponta Verde
O porteiro Edmilson Santos, levado pela Polícia Militar à Central de Flagrantes após participar de um panelaço na Ponta Verde, afirmou que ainda não sabe o motivo da detenção. Ele conversou com a Gazeta na manhã deste domingo (18), durante um ato em apoio à reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), em Maceió.
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“Eu sou o porteiro do panelaço e fui injustamente removido. Não sei por quê. Os policiais me levaram durante o ato do panelaço”, relatou.
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Questionado diretamente sobre a razão de ter sido levado à delegacia, Edmilson repetiu que não recebeu uma explicação. “Até agora eu não estou sabendo”, afirmou.
O porteiro declarou apoio ao presidente Lula e disse acreditar que sua preferência política possa ter relação com o episódio. “O motivo é porque eu sou petista, sou do Partido dos Trabalhadores e voto 13”, declarou. A afirmação representa a avaliação de Edmilson, e não há confirmação oficial de motivação política na ocorrência.


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Segundo ele, após prestar esclarecimentos e assinar um Termo Circunstanciado de Ocorrência (TCO), foi liberado e retornou ao trabalho. “Fui fazer um TCO, mas depois fui liberado e voltei para o meu trabalho”, contou.
Edmilson afirmou ainda que a panela utilizada durante a manifestação ficou amassada. Ao participar do ato deste domingo, voltou a manifestar apoio a Lula. “Vamos de 13. Vamos virar”, disse.
O porteiro trabalha há 25 anos no mesmo condomínio. O caso ganhou repercussão depois que moradores acompanharam sua condução à delegacia e prestaram solidariedade ao funcionário.
