Caso Ana Beatriz: PM vira réu por feminicídio em Penedo
Ministério Público denunciou policial por assassinato da enfermeira de 29 anos

A Justiça aceitou a denúncia contra o policial militar José Maxuel Lemos Simões. Ele agora é réu pelo assassinato da enfermeira Ana Beatriz Cavalcante. O crime ocorreu no município de Penedo, no interior de Alagoas.
Tudo em um só lugar.
Receba notícias da GazetaWeb no seu WhatsApp e fique por dentro de tudo!

O réu responderá pelo crime de feminicídio. A decisão foi tomada após o Ministério Público (MP) apresentar a acusação. A vítima tinha 29 anos.
Leia também
O crime aconteceu dentro da casa da enfermeira. A investigação aponta que ela foi morta com um tiro na cabeça. O casal manteve um relacionamento por cerca de 10 anos.
A motivação seria a não aceitação do fim do namoro por parte do policial. Testemunhas relataram que, após o crime, ele foi a um bar. Amigos tentaram contê-lo, mas ele conseguiu fugir.


TV Gazeta promove hoje primeiro debate entre candidatos ao Governo de Alagoas

Após MP pedir rejeição de candidatura, advogado se pronuncia nas redes sociais

Após renúncia de Rafael Tenório, MDB busca nome para suplência de Dr. Wanderley

Homem tem órgãos genitais mutilados e é encontrado desacordado em frente de casa em Igaci
Durante a fuga, o policial se envolveu em um acidente de trânsito. A colisão ocorreu na zona rural de Penedo, nas proximidades do povoado Peixoto. O veículo ficou totalmente destruído após a batida.
O suspeito teria sido resgatado por um carro não identificado no local do acidente. A polícia realizou buscas em unidades de saúde durante a madrugada, já que ele apresentava ferimentos e necessitava de atendimento médico.
Dentro da residência de Ana Beatriz, os policiais encontraram quartos revirados. Diversas armas de fogo também foram apreendidas no imóvel. A investigação analisou imagens de câmeras de segurança para auxiliar na elucidação do caso.
O militar tem prazo de 10 dias para apresentar sua defesa por escrito. O oficial de Justiça deverá questionar se ele possui advogado constituído. A folha de antecedentes criminais também foi solicitada.
Caso o réu não tenha condições de contratar um defensor, a Defensoria Pública atuará no processo. O Ministério Público e a polícia pediram a manutenção da prisão preventiva. O processo segue agora para a fase de coleta de depoimentos e produção de provas.
