Salva por sensores, Sony quer expandir aplicações em robótica e carros autônomos
Depois de perder espaço no mundo dos eletrônicos, a Sony se reinventou como fabricante de sensores
Sony deve reportar em 2017 seu maior lucro, impulsionado por fortes vendas de sensores de imagem, após anos perdendo terreno em eletrônicos de consumo, e espera desenvolver a tecnologia para uso em robótica e automóveis autônomos.
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Os resultados marcarão uma mudança significativa para o conglomerado, que já liderou o mercado mundial de aparelhos de consumo, como o seu reprodutor de música Walkman, mas agora encontra um novo foco em sensores de imagem e jogos.
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A Sony prevê que o lucro operacional no ano até março seja mais do que duplicado para 630 bilhões de ienes (US$ 5,6 bilhões) em relação ao ano anterior e espera que a sua divisão de chips, na maioria composta pelo negócio de sensores de imagem, seja o maior motor de crescimento do conglomerado.
Os executivos dizem que um avanço tecnológico nos sensores de imagens está por trás do sucesso. O avanço, criando um sensor que captura mais luz para produzir imagens mais nítidas, coincidiu com a crescente demanda dos consumidores por melhores câmeras de celulares para compartilhar fotos nas redes sociais.


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A descoberta, que envolveu a reconfiguração do layout do sensor e iluminação traseira, como é conhecida, permitiu que a Sony ocupasse quase metade do mercado de sensores de imagem.
