ChatGPT encorajou adolescente morto por overdose, aponta processo
Segundo a família do jovem, o ChatGPT se tornou uma espécie de instrutor para o uso de substâncias ilícitas

Um processo aberto no Tribunal Superior do Condado de São Francisco (EUA) alega que o ChatGPT encorajou um jovem de 19 anos a misturar substâncias antes de ele morrer por overdose. Na ação judicial, a família da vítima afirma que o modelo GPT-4o foi responsável pelas interações com Sam Nelson, que faleceu em 2025.
Tudo em um só lugar.
Receba notícias da GazetaWeb no seu WhatsApp e fique por dentro de tudo!

Leila Turner-Scott e Angus Scott, pais da vítima, movem atualmente um processo por homicídio culposo contra a OpenAI, empresa desenvolvedora da ferramenta de inteligência artificial (IA). A queixa sustenta que Nelson usava o chatbot como um recurso de auxílio para consumir drogas com “segurança”.
Leia também
Segundo a família, o ChatGPT se tornou uma espécie de instrutor para o uso de substâncias ilícitas durante as conversas com o jovem, e sua morte seria previsível e evitável.

Dicas para entrar no “modo psicodélico total”


Criança é atacada com chute na cabeça por morador em situação de rua em Brasília

Farmácias de Maceió são flagradas com produtos vencidos

Explosão faz máquina pegar fogo em obra da nova sede da Assembleia de AL

Hemoal fecha unidade nesta sexta e sábado; veja onde doar sangue em Maceió
Registros de conversas entre Nelson e o ChatGPT anexados ao processo e obtidos pelo site Ars Technica revelam que, à medida que o interesse dele por drogas aumentava, o chatbot seguia atuando como uma espécie de “coach das drogas”.
Em algumas interações, a ferramenta sugeriu que poderia criar uma playlist de músicas que ajudariam o jovem a entrar em um “modo psicodélico total”. Ao mesmo tempo, termos usados pela vítima, como “vou ficar bem se” ou “é seguro consumir”, indicam que havia insegurança por parte dele durante as conversas.
Leia a matéria completa em Canaltech
