“Vai vir coisa boa”, diz Cabo Bebeto sobre encontro de Flávio Bolsonaro com Trump
Deputado contou que a aproximação entre os dois líderes pode fortalecer alianças políticas e o discurso conservador no Brasil
O deputado estadual Cabo Bebeto (PL) afirmou nesta quarta-feira (27) que o encontro entre o senador Flávio Bolsonaro (PL) e o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, representa um gesto de alinhamento político internacional da direita conservadora e pode trazer reflexos para o cenário eleitoral brasileiro.
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Segundo Bebeto, a reunião realizada na Casa Branca representa um gesto de reconhecimento internacional ao grupo bolsonarista e reforça a aproximação entre a direita brasileira e movimentos conservadores globais.
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“Foi um encontro muito esperado. Toda a esquerda estava batendo tanto para que não acontecesse, mas a gente já esperava. Mesmo fora da agenda, Trump mostrou ser um cara que tem uma preocupação especial com o Brasil, que reconhece o valor da família Bolsonaro”, declarou o parlamentar.
Para Bebeto, o diálogo entre Flávio Bolsonaro e Trump teve como foco pautas defendidas pelo campo conservador, como combate ao crime organizado, fortalecimento das soberanias nacionais e liberdade econômica.


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“Tenho certeza de que foi um papo republicano entre pessoas preocupadas com o crescimento do crime organizado no mundo, com a proteção do Brasil e das nossas terras. Vai vir coisa boa fruto dessa reunião entre Trump e o nosso futuro presidente Flávio Bolsonaro”, disse.
Ao ser questionado sobre quais seriam os possíveis resultados concretos do encontro, Cabo Bebeto afirmou que a expectativa é de uma relação “mais justa” entre os países.
“Vai mostrar uma parceria muito mais justa entre as partes, duas pessoas adultas que querem fortalecer suas nações. Diferente do Lula, que cria narrativas defendendo primeiro um lado político que alimenta o terrorismo e a esquerda mundo afora”, afirmor o parlamentar.
Na avaliação do deputado, o alinhamento ideológico entre Trump e o grupo bolsonarista pode fortalecer lideranças conservadoras no cenário internacional. “Quem é de direita mundo afora, os chefes de Estado vão defender Flávio Bolsonaro”.
Cabo Bebeto também afirmou que o ex-presidente norte-americano reconhece a relevância estratégica do Brasil.
“Ele sabe da importância e do tamanho do Brasil. Já demonstrou isso ontem, dando assistência e participando desse momento”, contou.
O parlamentar ressaltou que o eleitor conservador brasileiro espera uma maior aproximação com os Estados Unidos em temas ligados à segurança pública.
“O brasileiro sonha com isso. Flávio levou a palavra de um porta-voz que pede que os Estados Unidos ajudem o Brasil a acabar com o crime organizado”, concluiu.

