TRE conclui carga das urnas da eleição suplementar de Campo Grande

Trabalho durou dois dias e foi acompanhado pela OAB e por um dos candidatos; pleito no município está marcado para o próximo domingo, dia 12 de setembro

As cargas das urnas da eleição suplementar do município de Campo Grande, que acontece no próximo domingo, 12 de setembro, já foi concluída pelos técnicos do Tribunal Regional Eleitoral de Alagoas (TRE/AL). O juiz da 20ª Zona Eleitoral, Alberto Ramos, participou das atividades, que também contou com a presença de representante da Ordem dos Advogados do Brasil, seccional Alagoas – OAB/AL e de um dos candidatos.

As atividades com os equipamentos eletrônicos começaram na segunda-feira (06), com a geração das mídias que integram as urnas eletrônicas. Gerar as mídias significa dizer que o ecossistema da urna – alimentado com os dados eleitorais específicos daquele pleito, a exemplo dos nomes dos candidatos aptos – será gravado nos “flash cards” e nas “mídias de resultado” que alimentarão as urnas.

Geradas as mídias, é preciso dar carga nas urnas e isso ocorre em duas etapas. Primeiramente, utiliza-se uma mídia de carga para inserir o ecossistema da urna eletrônica em cada uma das máquinas. Um único cartão é capaz de dar carga em várias urnas. Num segundo momento, são instaladas na urna uma mídia de votação e uma memória de resultado.

A mídia de votação ficará intocada por um período legal determinado após as eleições, caso seja necessário executar algum procedimento de auditoria. A memória de resultado será retirada da urna pelo presidente da seção e entregue à junta apuradora para transmissão e totalização dos votos.

“Temos todo interesse em dar sempre transparência a todos os processos de geração de mídias e cargas de urnas para que todos os envolvidos no pleito, e, também, a sociedade de uma maneira geral, saibam da eficácia e lisura do processo eletrônico de votação”, destacou o juiz Alberto Ramos, responsável pela condução do pleito eleitoral suplementar em Campo Grande.

A eleição suplementar acontece após o registro de candidatura do prefeito eleito com 51,40% dos votos, Arnaldo Higino (PP), ser indeferido e ter a chapa cassada em todas as instâncias da Justiça eleitoral por atos de improbidade administrativa.