Quatro secretários de Maceió devem deixar cargos para disputar eleição
Prefeito esclareceu que até o momento não há nomes para substituí-los
Quatro secretários da gestão do prefeito de Maceió, Rui Palmeira (PSDB), devem deixar os seus cargos nos próximos dias em busca de uma vaga na Câmara de Maceió a partir de janeiro de 2017. O secretário de Proteção ao Meio ambiente, Davi Maia (DEM), o superintendente da Sima, Ib Brêda (PR), da SMTT, Tácio Melo (SDD) e a secretária Executiva do Gabinete do prefeito, Adriana Vilela (PSDB), são apontados como candidatos. Eles devem enfrentar uma dura eleição municipal.
Tudo em um só lugar.
Receba notícias da GazetaWeb no seu WhatsApp e fique por dentro de tudo!

Na Casa de Mário Guimarães, 20 vereadores devem buscar a reeleição. No caso do presidente da Câmara, Kelmann Vieira (PMDB), existe a possibilidade de o vereador ser lançado ao posto de candidato a vice-prefeito ou até ao cargo de prefeito. Os peemedebistas aguardam a posição do presidente do PMDB em Alagoas, senador Renan Calheiros e do governador Renan Filho. O secretário de Estado de Transporte e Desenvolvimento Urbano, Mozart Amaral (PMDB), também é uma possibilidade peemedebista para a disputa majoritária na capital maceioense.
Leia também
Questionado sobre os secretários que devem deixar a gestão, nesta sexta-feira durante uma agenda oficial, Rui Palmeira preferiu não apontar os nomes de secretários, como também não fez previsão sobre a possibilidade de algum deles chegar até a Câmara de Maceió. O chefe do Poder Executivo da capital limitou-se a dizer que até o momento não escolheu nenhum substituto para os cargos que devem ser desocupados, conforme dispõe a legislação eleitoral.

O secretário Davi Maia, o superintendente Ib Brêda e a secretária Adriana Vilela confirmaram, em entrevista à Gazetaweb, que são pré-candidatos nas eleições de 2016. O chefe da pasta que se destacou em combater irregularidades ambientais, sobretudo, o esgotamento ilegal nas galerias fluviais na orla, revelou que aguarda uma definição mais clara sobre os partidos e as eleições e, assim, construir uma candidatura mais sólida com o apoio do prefeito Rui Palmeira.


Na inauguração de comitê, Célia diz que Arthur “faz acontecer” em Alagoas

Vasco vence em casa e sai com a vantagem - 27/08/2026

Palmeiras vence Santos por 3 a 0 na Copa do Brasil - 27/08/2026

Retrospecto do CSA fora de casa na Série D - 27/08/2026
"Meu título é da capital. Neste momento, estamos avaliando, conversando com o partido e o prefeito. Somos soldados do momento e de Rui Palmeira. Se ele determinar o lançamento de nossa candidatura, assim será. Vamos avaliar o quadro do momento em busca de um objetivo consolidado, forte, coeso. Caso contrário, vamos seguir trabalhando pelo meio ambiente", expressou Maia. Procurados pela reportagem por diversas vezes, Tácio Melo não quis comentar as candidaturas.
Ib Brêda explicou que seu nome foi colocado como candidato pelo partido que é filiado diante do resultados conquistados na Sima ao longo dos últimos anos em Maceió, como também do reconhecimento popular as ações da pasta. A eventual candidatura do superintendente da Sima conta com o apoio do líder do PR na Câmara Federal, deputado federal, Maurício Quintela. Com a saída de Brêda, o partido deve indicar um novo nome para ocupar a chefia responsável pela iluminação de Maceió.
O superintendente da SMTT deve se afastar do cargo no final do mês de fevereiro, quando vence a cessão do Ministério da Justiça, por meio da Polícia Rodoviária Federal (PRF), à prefeitura de Maceió. O advogado eleitoral Marcelo Brabo explicou que o afastamento dos gestores comissionados deve acontecer até seis meses antes do pleito, dependendo do cargo que o futuro pré-candidato ocupa atualmente.
O primeiro turno das eleições municipais de 2016, que elegerão em todo o país prefeitos e vereadores, será realizado em 2 de outubro, primeiro domingo do mês. O segundo turno, somente em cidades com mais de 200 mil eleitores, está marcado para 30 de outubro, último domingo do mês. As principais mudanças nas eleições de 2016 com relação às de 2014 foram determinadas pelo projeto de reforma política.
