Dudu Ronalsa tem número de WhatsApp clonado por presidiário
Golpista tentou vender carro em seu nome e pediu adiantamento a amigos do parlamentar
A mais nova vítima do golpe do whatsapp clonado, em Alagoas, foi deputado Dudu Ronalsa (PSDB). Por meio de sua conta no instragram ele confirmou, na noite de sexta-feira, que teve a conta invadida e que identificou que o golpista estaria agindo a partir de de um presídio fora do estado.
Tudo em um só lugar.
Receba notícias da GazetaWeb no seu WhatsApp e fique por dentro de tudo!

"Amigos, assim como aconteceu com outros colegas deputados, um criminoso está se passando por mim no WhatsApp usando um perfil falso para aplicar golpes. O cidadão faz contatos com várias pessoas através desse número (82) 98102-0823, tentando vender veículos utilizando meu nome", relatou o parlamentar
Leia também
De acordo com o deputado, o criminoso costuma "puxar conversa" e em seguida oferece um veículo. Logo em seguida, a partir da conquista da confiança da pessoa sugere a antecipação de uma parte do valor em dinheiro.
"Eu e minha equipe já detectamos a origem desse número e vimos que as ligações estão partindo de um presídio de outro Estado", confirmou Dudu.


Jovem é encontrado morto em terreno baldio no bairro Cleto Marques

Defensoria cobra solução para atrasos na coleta de lixo em Maceió

Operação prende 9 suspeitos e influenciador PTK em Alagoas

Enem 2026: Inscrições encerram nessa sexta-feira
Por fim, ele pede aos amigos de sua lista para que fiquem atentos para que não caiam no golpe, além de se colocar à disposição para esclarecer qualquer dúvida ou informação.
Outros casos
Os primeiros casos apurados pela Polícia Civil de Alagoas, foram revelados em dezembro do ano passado. A época, os deputados Dudu Hollanda (PSD) e Marcos Barbosa (PPS) estavam entre às vítimas.
Ao todo o delegado Thiago Prado confirmou que outras 50 pessoas também foram envolvidas pelos golpistas que conseguiram viabilizar depósitos bancários em várias contas distintas. Por conta disso, a polícia não descartou, inclusive, a possibilidade de envolvimento de pessoas ligadas a estas instituições.
O delegado explicou que o golpe funciona da seguinte maneira: os membros da quadrilha clonam e transferem a linha telefônica do aparelho da vítima para o chip do criminoso. Depois instala o aplicativo whatsapp e começa a conversar com as pessoas conhecidas das vítimas, solicitando dinheiro. Desse modo, muitos acabam caindo.
