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Deputado defende execução de autores de ataques em creches e escolas

Fala ocorreu após o massacre que aconteceu em uma creche de SC, com quatro mortos, além de outras tentativas de ataques e ameaças

Diante da violência ocorrida em uma creche em Blumenau, cidade de Santa Catarina, na semana passada, que deixou quatro crianças mortas, além de duas tentativas de massacres registradas no país e ameaças nas redes sociais, o deputado Antônio Albuquerque (Republicanos) defendeu, nesta quarta-feira (12), a execução dos responsáveis pelas mortes.

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"O que mais pode dar eficácia a uma ação de Estado e uma ação de governo para que esse tipo de evento deixe de acontecer é exatamente que os autores desses episódios sejam eliminados lá mesmo, na escola ou na creche onde tenha praticado [o ataque]. Tem que ser morto. Resolver no fuzil ou na espingarda", disse Albuquerque.

Após relembrar que o filho, o ex-deputado federal Nivaldo Albuquerque (Republicanos), chegou a apresentar um projeto em 2017 para portas giratórias com detectores de metais nas escolas do país, ele afirmou que respeitava a proposta, mas continuava defendendo uma resposta com o mesmo nível da violência praticada pelos assassinos. Ele ainda ressaltou que respeita todos os políticos que têm defendido medidas mais cautelosas.

Segundo o parlamentar, como "pai e avô", assistir na televisão o autor do crime bárbaro sendo guarnecido por um batalhão especial de polícia para prestar exame de corpo de delito é inadmissível.

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"E depois ser conduzido para um presídio ou casa de detenção. Um bandido dessa índole não pode ser tratado dessa forma. Só vai resolver isso quando o bandido souber que, se ele fizer, morre. E quem achar ruim é só não votar em mim. Respeito todo mundo para ser respeitado", completou.

O deputado disse também que, se governasse o Estado ou o Brasil, a sua polícia teria a obrigação de saber, que ao se dirigir para uma ocorrência de ataque em escolas, tinha que ir ao local "para eliminar o veneno e aquela cobra".

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Albuquerque lembrou que, nos Estuados Unidos, em ocorrências semelhantes, os criminosos se suicidam ao final de seus atos de barbaridade. Mas, ainda assim, disse não saber se era isso mesmo que ocorria, acreditando que poderiam ser mortos pelos policiais envolvidos nas ocorrências.

"Não sei se suicidam mesmo porque eu não estou lá para ver. Eu sei que eles morrem. E aqui no Brasil, quando um moleque mandar fake news de brincadeira ou não para os coleguinhas, não devem ser transformados em celebridades com a imprensa falando dia e noite. Tem que levar para os pais e determinar para que deem as lapadas que merecem para não se tornarem bandidos", falou Albuquerque.

O parlamentar concluiu sua fala de mãos juntas e rogando a Deus para que nunca esteja perto de nenhum local com uma ocorrência de mortes violentas. Porque, se isso ocorrer, ele explicou que vai tratar "bandido como ele deve ser tratado. É no tiro mesmo".

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