Cabo Bebeto critica MST após prisão por tráfico em assentamento de Arapiraca
Deputado parabenizou a PM pela ação e afirmou que o movimento “propicia espaço para o crime” dentro de assentamentos

O deputado estadual Cabo Bebeto (PL) criticou o Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) após a prisão de um homem por tráfico de drogas dentro de um assentamento localizado em Arapiraca, no Agreste de Alagoas, nessa sexta-feira (16).
Tudo em um só lugar.
Receba notícias da GazetaWeb no seu WhatsApp e fique por dentro de tudo!

De acordo com o parlamentar, policiais do 3º Batalhão da Polícia Militar flagraram o suspeito comercializando entorpecentes no interior do assentamento. Durante a ação, os militares apreenderam maconha, cocaína e uma balança de precisão na residência do homem.
Leia também
Ao comentar o caso, Cabo Bebeto parabenizou a atuação da Polícia Militar e voltou a fazer críticas ao MST. Segundo ele, o movimento se apresenta de forma distorcida. “Mais uma vez, a realidade escancara quem é o MST de verdade”, declarou.
O deputado afirmou que o movimento não pode ser classificado como social. “Quem invade terra e propriedade alheia é bandido. O MST se apresenta como movimento social, mas, na verdade, são criminosos. Invadem terras e escondem furtos, roubos e tráfico”, disse.


Homem é preso após tentar estuprar menina de 12 anos em Maceió

Reencontro no Sub-20 - 22/09/2026

Homem acusado de atropelar e matar adolescente vai a julgamento

Homem morre após acidente de moto em Craíbas
Cabo Bebeto também criticou o Governo de Alagoas, ao afirmar que há tolerância com o movimento. “O Governo de Alagoas passa a mão na cabeça, mas ainda bem que não manda em todos os funcionários públicos, pois existem policiais que fazem o seu trabalho, independentemente do destinatário”, declarou.
Segundo o parlamentar, o MST não representa uma luta por terra. “É invasão de propriedade privada, aparelhamento político e manutenção de pessoas na pobreza”, afirmou. Ele ainda convidou a população a acompanhar de perto a realidade dos assentamentos. “Vão identificar que diversos ‘malas’ entram, saem, se escondem e utilizam dos amigos do MST para se esconder e praticar crimes lá dentro”, acrescentou.
Por fim, o deputado lembrou ações realizadas em Arapiraca e reforçou seu posicionamento. “Em 2025, só sosseguei quando consegui acabar com um assentamento na cidade, mostrando que a lei tem que ser cumprida. Quem defende o MST, defende o crime”, concluiu.
