Menu lateral
Imagem
Imagem
Imagem
Gazeta >
AO VIVO

ASSISTA

TV GAZETA AL
AO VIVO

ASSISTA

GAZETA NEWS
GAZETA 94.1 - Maceió AO VIVO

GAZETA 94.1

Maceió
GAZETA FM 98.3 - Maceió AO VIVO

GAZETA FM 98.3

Maceió
GAZETA 101.1 - Arapiraca AO VIVO

GAZETA 101.1

Arapiraca
GAZETA 101.3 - Pão de Açúcar AO VIVO

GAZETA 101.3

Pão de Açúcar
CLASSIC - Rádio Web AO VIVO

CLASSIC

Rádio Web
Imagem
Menu lateral Busca interna do GazetaWeb
Imagem
AO VIVO

ASSISTA

TV GAZETA AL
AO VIVO

ASSISTA

GAZETA NEWS
GAZETA 94.1 - Maceió AO VIVO

GAZETA 94.1

Maceió
GAZETA FM 98.3 - Maceió AO VIVO

GAZETA FM 98.3

Maceió
GAZETA 101.1 - Arapiraca AO VIVO

GAZETA 101.1

Arapiraca
GAZETA 101.3 - Pão de Açúcar AO VIVO

GAZETA 101.3

Pão de Açúcar
CLASSIC - Rádio Web AO VIVO

CLASSIC

Rádio Web
X
compartilhar no whatsapp compartilhar no whatsapp compartilhar no facebook compartilhar no linkedin
copiar Copiado!
ver no google news

Ouça o artigo

Compartilhe

Saiba quem era o jovem de 22 anos vítima de latrocínio na Jatiúca

Ele tinha deixado um passageiro, quando escapou de uma tentativa de assalto, minutos antes de morrer num latrocínio

"Meu irmão era a pessoa mais incrível que eu conhecia", define Franciele Campelo, irmã de Luan Francisco Campelo, o jovem de 22 anos morto a tiros durante um assalto nesse domingo (23), no bairro da Jatiúca, em Maceió. A mãe, Rejane Campelo, caracteriza o filho como "um menino alegre", que "só trabalhava".

Tudo em um só lugar.

Receba notícias da GazetaWeb no seu WhatsApp e fique por dentro de tudo!

ACESSE O GRUPO >
Aplicativo na whatsapp Store

Luan Francisco tinha 22 anos e trabalhava pelo dia em uma empresa de telemarketing. À noite, para ganhar um dinheiro extra, ele utilizava a própria motocicleta para trabalhar com transporte de passageiro por aplicativo.

Artigos Relacionados

De acordo com o delegado que investiga o caso, Ronilson Medeiros, Luan tinha deixado um passageiro, quando escapou de uma tentativa de assalto, minutos antes de morrer no latrocínio.

Segundo a mãe dele, Rejane Campelo, seu maior medo era de acontecer justamente o que foi registrado em vídeo de monitoramento da rua onde o latrocínio ocorreu, no domingo.

Shorts Youtube
Play
Prefeito de Piaçabuçu se pronuncia pela primeira vez após ser afastado do mandato

Prefeito de Piaçabuçu se pronuncia pela primeira vez após ser afastado do mandato

Play
Família Pereira negocia com Lira e mantém voto em Renan Filho para o governo

Família Pereira negocia com Lira e mantém voto em Renan Filho para o governo

Play
Incêndio atinge apartamento na Ponta Verde

Incêndio atinge apartamento na Ponta Verde

Play
Vídeo mostra Rick e Bruno Avelar antes de embarcarem em helicóptero

Vídeo mostra Rick e Bruno Avelar antes de embarcarem em helicóptero

Play
Polícia define destino dos R$ milhões apreendidos: dinheiro irá para conta judicial

Polícia define destino dos R$ milhões apreendidos: dinheiro irá para conta judicial

"Aconteceu essa fatalidade que ninguém esperava. E eu sempre falava: 'Meu filho, pare, não vá mais não'. E ele falava: "Não, mãe, vou ficar até umas 22h'. E nesse dia ele estava lá em casa e disse: 'Não, mãe, eu não vou fazer [o trabalho extra] por muito tempo não. É só para eu me manter por um tempo e depois vou parar'. E eu falava para ele: 'É muito perigoso meu filho'. Mas aconteceu. Era uma menino tão alegre. Meu filho nunca fez nada de errado. Só trabalhava. Um jovem de 22 anos se acabar assim", lamenta a mãe, aos prantos.

Rejane conta que o filho sempre afirmava que não entregaria seus pertences em ocasião semelhante como aquela que ocorreu.

"Ele revidou. Eu queria que ele tivesse devolvido aquela moto. Entregado tudo e tivesse ficado vivo. Queria muito que ele tivesse entregado tudo, mas ele não aceitou. Ele dizia: 'Mãe, eu batalho tanto para ter minhas coisas para dar a alguém, tomar assim minhas coisas, eu não vou entregar. E era esse meu medo. Só uma mãe que já perdeu um filho sabe o que eu estou passando. É uma dor muito grande", desabafa Rejane.


				Saiba quem era o jovem de 22 anos vítima de latrocínio na Jatiúca
Luan Francisco morreu durante um assalto na Jatiúca. Reprodução/ Via TV Gazeta

Com voz embargada e sem conseguir conter as lágrimas, a irmã de Luan, Franciele, lembra do irmão com carinho e não se conforma com o crime praticado contra ele.

"Meu irmão era a pessoa mais incrível que eu conhecia. Eu admirava muito meu irmão. E um marginal tirar a vida dele como se não fosse nada", expõe.

A mãe de Luan pediu Justiça. "Meu filho querido e amado. Como pode uma pessoa que não o conhece tirar a vida do meu filho desse jeito? Eu peço Justiça".

O caso está sendo investigado pela Delegacia de Roubos e Furtos de Cargas e Veículos.

App +Gazeta

Confira notícias no app, ouça a rádio, leia a edição digital e acesse outros recursos

Aplicativo na Google Play Aplicativo na App Store
Aplicativo na App Store

Relacionadas