Preso grupo criminoso que ordenava homicídios na capital alagoana
Os suspeitos também são apontados como responsáveis por tráfico e assaltos
Uma operação da Secretaria de Segurança Pública de Alagoas (SSP) resultou, nesta quarta-feira (17), na prisão de sete suspeitos apontados como integrantes de uma organização criminosa que realizava diversos crimes de homicídios no Litoral Norte de Maceió e, também, na parte alta da cidade. A ação foi intitulada de "Operação ninguém dorme". No total, foram cumpridos 12 dos 14 mandados de prisão expedido pelo Tribunal de Justiça de Alagoas (TJ/AL).
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O secretário de Segurança Pública, coronel Lima Júnior, explicou, durante entrevista coletiva, que o trabalho de investigação durou cerca de 90 dias e foi divido em três fases. A primeira foi de investigação dos suspeitos, seguida por identificação dos integrantes do grupo criminoso e, agora, a prisão dos envolvidos. Na ação, a SSP constatou que cinco suspeitos de integrar o grupo já estavam detidos no Sistema Prisional de Alagoas.
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Os presos na ação foram identificados como Bruno dos Santos Pereira, José Pereira da Silva, José Antônio da Rocha Neto, Iris Gomes de Oliveira, Jonathan de Lima Carlos, Mônica Cordeiro da Silva e Litcher Silva do Nascimento. Este último, segundo a polícia, foi preso por ter um mandado de prisão em aberto. Ele se encontra foragido.
Segundo delegado Gustavo Henrique Barros, Gilvado Vicente dos Santos, que está detido no Sistema Prisional desde 2008, ainda continuava à frente do bando criminoso apesar de encontrar fora das ruas. Ele participava diretamente das ações criminosas.


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Os outros suspeitos que já estavam presos e participavam da gerência do crime são Sérgio dos Santos Pereira, Sidney Valdevino Farias Júnior, José Lucas Ferreira e Adriano Carnaúba de Araújo.

A operação contou com cerca de 180 oficiais e 44 viaturas de diversas forças policiais, além de duas aeronaves do grupamento aéreo. Com a reunião do grupo de ação às 2h da manhã, os policiais chegaram ao local das prisões por rotas alternativas às 4h, para não chamar atenção. Ainda de acordo com o delegado, o sucesso das operações se dão pelo trabalho integrado. "Se alguém ainda tinha dúvidas de que integrar as forças policiais era a solução para a violência, com os nossos resultados, não tem mais".
