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HOME > notícias > POLÍCIA

PF/AL intercepta encomenda com ecstasy que trazia 'enfeite de vidro'

Operação denominada 'Vidro Alterado' foi deflagrada nesta terça-feira (11); material vinha de São Paulo


				
					PF/AL intercepta encomenda com ecstasy que trazia 'enfeite de vidro'
PF em Alagoas. Foto: Arquivo

A Polícia Federal em Alagoas (PF/AL) deflagrou, nesta terça-feira (11), a operação denominada "Vidro Alterado", que visa apurar possível crime de tráfico de drogas via postal. Isso porque uma encomenda de São Paulo, contendo ecstasy, seria entregue em Maceió. O material, por sua vez, continha a descrição "enfeite de vidro", com o fim de despistar a ação policial.

O mandado de busca e apreensão, expedido pelo Juízo da 15ª Vara Federal, foi cumprido por policiais federais, no início desta manhã, na residência de uma pessoa suspeita de estar envolvida no crime.

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As investigações tiveram início quando uma encomenda postada em São Paulo/SP foi retirada do fluxo postal diante da suspeita de conter substância proibida em seu interior.

"O objeto postal foi aberto e seu conteúdo analisado pelos peritos da Polícia Federal, que confirmaram se tratar de substância entorpecente conhecida como ecstasy, embora o remetente tenha declarado como objeto da encomenda enfeite de vidro", informou a PF/AL.

Os policiais federais realizaram diligências no local que constava como destino da encomenda e apuraram que o nome informado como destinatário não era condizente com os dos moradores do possível local de destino. Com a continuidade das investigações, chegou-se a um terceiro suspeito que possui relação indireta com a pessoa apontada como destinatária da encomenda.

A Polícia Federal apurou que o suspeito de ser o real destinatário da droga possui seis registros criminais, sendo dois deles por tráfico de drogas, além de registro por roubo e formação de quadrilha.

As buscas realizadas no dia de hoje têm por objetivo angariar mais provas e confirmar a suspeita de que o investigado continua praticando tráfico de drogas, crime que prevê pena de até 15 anos de reclusão, conforme a PF/AL.

*Com assessoria

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