PC investiga se crianças foram raptadas em Rio Largo e estupradas
Dois casos semelhantes ocorreram com duas menores, de sete e oito anos; suspeito utiliza uma motocicleta para cometer os crimes
A Polícia Civil de Alagoas (PC/AL) deu início às investigações de casos envolvendo rapto e estupro de duas crianças. Nesse domingo (21), o Conselho Tutelar recebeu a denúncia de que uma menina de sete anos foi raptada por um homem em uma motocicleta, na cidade de Rio Largo, e levada até um bairro da parte alta de Maceió, onde foi abusada sexualmente.
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Conforme informações do Conselho Tutelar, a criança teria saído de casa para comprar um refrigerante, quando foi abordada por um homem em um motocicleta, que lhe ofereceu uma bicicleta e a levou para um terreno baldio. Ela foi levada até Maceió, onde foi estuprada pelo criminoso. Ao retornar para casa, a criança contou à mãe que o homem tinha mexido em seu bumbum.
De acordo com o conselheiro tutelar de Rio Largo, Anderson Henrique, esse é o segundo caso envolvendo crianças, com o mesmo modus operandi.
“No dia 9, registramos outra ocorrência de criança de 8 anos, vitimada, provavelmente, pelo mesmo autor, que ofereceu uma bicicleta para que a vítima fosse com ele”, disse.


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Segundo Anderson, imagens de câmeras de segurança já foram encaminhadas à Polícia Civil, para que possa auxiliar nas investigações.
“Como o caso de estupro ocorreu na região 8, eles estão preparando um relatório que será encaminhado para as devidas providências. Enquanto isso, a criança e a família estão recebendo acompanhamento psicossocial”, afirma.
Com relação ao perfil do suspeito, o conselheiro disse se tratar de um homem de cor parda. No entanto, outros detalhes não foram repassados. “Esse é o perfil que as crianças informaram, mas elas não muitos pequenas, com apenas sete e oito anos, então, isso dificulta na identificação do suspeito, mas as imagens das câmeras devem ajudar a identificá-lo”, concluiu.
A mãe da criança foi ouvida no Núcleo Especial de Atendimento à Mulher (NEAM) de Rio Largo. O caso está sob investigação da delegada Teila Rocha, da Delegacia dos Crimes contra a Criança e Adolescente.

