Mãe e filha de 2 meses somem em Rio Largo; vítima havia relatado ameaças de companheiro a parente
Celular dela também foi levado, dificultando o rastreamento; desaparecimento aconteceu à luz do dia

17/10/2025 às 12:19 • Atualizada em 20/10/2025 às 19:25 - há XX semanas
Siga a GazetaWeb no Google

Crislany Maria Gomes da Silva, de 19 anos, e a filha de 2 meses, Celine, estão desaparecidas desde o dia 12 de outubro, em Rio Largo, região metropolitana de Maceió. Segundo familiares, Crislany saiu de casa dizendo que iria até uma mercearia próxima, mas não retornou. Ela não levou nenhum documento, e, desde então, o paradeiro dela e da filha é desconhecido.
Tudo em um só lugar.
Receba notícias da GazetaWeb no seu WhatsApp e fique por dentro de tudo!

A mãe de Crislany, Cristiane Maria da Silva, contou que a jovem foi vista pela última vez na manhã do domingo, após ter acordado cedo para comprar pão.
Leia também
“Não temos informações, a polícia procura, mas não acha nada. Eu a vi pela última vez no sábado, quando dormi com ela. De manhã, ela acordou cedo e foi comprar pão. Ela entrou em casa com o pão e saiu de novo e não voltou”, relatou.
De acordo com familiares, Crislany havia registrado ameaças em mensagens que teriam sido enviadas pelo companheiro - pai das filhas de 2 anos e 2 meses -, para uma parente que mora fora do Estado. O celular dela também foi levado, dificultando o rastreamento das informações.


União Alvinegra - 08/07/2026

Problema no gol azulino - 07/07/2026

Derrota Azulina - 06/07/2026

Do sonho à frustração - 06/07/2026
Em uma das mensagens, ela dizia que tinha medo do que o pai das filhas pudesse fazer: "Você finge de bonzinho, mas por trás ninguém sabe quem você é."
Segundo a família, o companheiro da jovem já teria tentado agredi-la com uma faca no passado.
INVESTIGAÇÕES
O delegado Ronilson Medeiros, do setor de Desaparecidos da Polícia Civil, afirmou que o caso está sendo tratado com prioridade.
Por sua vez, o delegado João Marcos é o responsável pelas investigações em Rio Largo. Ele já ouviu várias pessoas e analisa câmeras. "Possivelmente não se trata de desaparecimento voluntário. Essa situação merece uma investigação especial da polícia”, explicou.
O caso ocorreu à luz do dia, e a polícia reforça que a população pode colaborar com informações que ajudem a localizar mãe e filha. Denúncias podem ser feitas pelos canais oficiais das autoridades locais, garantindo sigilo e segurança aos informantes.