Foragido da Justiça é preso por degolar cabeça de idoso a facadas em via pública
Após tirar brincadeira com suspeito, vítima foi ameaçada e morta em Arapiraca, Agreste de Alagoas

Um homem que estava foragido da Justiça foi preso, na tarde dessa quinta-feira (21), em Pindorama, Coruripe, no interior de Alagoas. O suspeito foi detido por assassinar um idoso de 68 anos a golpes de faca, no Sítio Furnas, zona rural de Arapiraca, Agreste de Alagoas. À época do crime, em 2019, a vítima quase teve a cabeça degolada.
Tudo em um só lugar.
Receba notícias da GazetaWeb no seu WhatsApp e fique por dentro de tudo!

De acordo com informações dos policiais civis do NIESP (Núcleo de Investigação Especial) da Delegacia Geral de Polícia Civil (DGPC), por meio do agente Welber Cardoso, o criminoso, que morava com os pais, teve a casa cercada. Durante as investigações, o local foi constantemente monitorado por drones.
Leia também
O suspeito, de 40 anos, foi encaminhado ao Centro Integrado de Segurança Pública (CISP) de Coruripe. Em seguida, foi transferido à Central de Polícia de Arapiraca, onde se encontra sob disposição da Justiça.
O CRIME


Ronaldo Medeiros diz que segundo turno confronta "dois tipos de Brasil"

Teca Nelma rejeita rótulo de oligarquia e diz construir a própria trajetória política

Teca Nelma relata machismo na política: "Diziam que eu era histérica"

Teca Nelma promete levar "frescor da participação popular à Assembleia"
Segundo relatos da Promotoria de Justiça de Arapiraca, o crime ocorreu em fevereiro de 2019, no Sítio Furnas. A vítima, identificada como Claudenor Miguel dos Santos, foi brutalmente executada após tirar uma brincadeira com o suspeito, que não reagiu bem.
Conforme divulgado pelas autoridades, o idoso estava passando de bicicleta, naquela região, quando disse que iria passar por cima do suspeito com o veículo. Ainda segundo as informações, os dois se conheciam há 20 anos.
Depois que fez a piada, o acusado demonstrou raiva, tirou o facão e ameaçou a vítima, dizendo que iria matá-lo, caso ele passasse por aquela rua novamente.
Na versão do suspeito, ele contou que o idoso retornou ao local e voltou a fazer brincadeiras, momento em que o criminoso o atacou a facadas no pescoço e nas mãos. Devido à gravidade do ataque, Claudenor não resistiu aos ferimentos e foi a óbito.
De acordo com o depoimento do pai do assassino, ele era provocado constantemente pelo idoso, por ter cabelo grande.
Os familiares do suspeito relataram que, após o crime, o acusado apresentou traços de esquizofrenia e teve que ser acompanhado no posto de saúde local por um psiquiatra do Centro de Atenção Psicossocial (CAPS), fazendo o uso de medicação diária - cerca de quatro remédios de indicação controlada por dia.
