Extorsão sexual: preso em AL jovem que fingia ser policial da DEIC e sobrinho de juiz
No momento da abordagem, ele destruiu provas que o incriminavam

Gazetaweb
13/02/2025 às 9:29 • Atualizada em 13/02/2025 às 9:56 - há XX semanas
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A Polícia Civil de Alagoas (PCAL) prendeu em flagrante, nessa quarta-feira (12), um homem de 27 anos durante o cumprimento de um mandado de busca e apreensão no Conjunto Olival Tenório, em Campo Alegre. O suspeito foi alvo de investigações por se passar por policial da Divisão Especial de Investigação e Capturas (DEIC) e afirmar ser sobrinho de um juiz, quando, na realidade, trabalhava como motorista em uma usina. Ele também destruiu provas.
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Ele é acusado de extorsão sexual, importunação sexual e violência psicológica contra mulheres, além de outros crimes cometidos pela internet.
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Os policiais cumpriram a ordem judicial para apreender dispositivos eletrônicos que continham fotos, vídeos e mensagens relacionadas às investigações, incluindo celulares, notebooks, pendrives e HDs externos. Durante a abordagem, o homem desinstalou o WhatsApp na presença da equipe, o que configurou destruição ou ocultação de provas essenciais para o inquérito.
Diante dessa atitude, ele recebeu voz de prisão em flagrante e foi conduzido à delegacia para os procedimentos cabíveis.


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O suspeito já havia respondido por uma série de delitos praticados contra duas mulheres e seus familiares. A Polícia Civil apurou que ele ameaçava as vítimas, praticava stalking e extorsão sexual, além de causar violência psicológica.
A investigação revelou que ele descobriu que as mulheres mantinham relações sexuais ou continuavam enviando conteúdos íntimos, sob a ameaça de expor imagens pessoais na internet.
Com o avanço do inquérito, mais quatro vítimas foram identificadas, todas relacionadas ao mesmo modus operandi. Uma delas chegou a desenvolver depressão devido às perseguições e chantagens que duraram cerca de um ano.
O mandado de busca e apreensão foi expedido pela Vara do Único Ofício de Campo Alegre, e a investigação continua para reunir mais provas e identificar outras possíveis vítimas.