Execução de Joba foi encomendada por R$ 10 mil, diz Polícia Civil
Delegada afirma que crime foi planejado desde dezembro e teve pagamento antecipado de R$ 4 mil

A Polícia Civil de Alagoas (PCAL) afirmou, nesta segunda-feira (26), que o assassinato de Johanisson Lima, o Joba, supervisor das categorias de base do CRB, foi uma execução encomendada por R$ 10 mil. A informação foi confirmada pela delegada Tacyane Ribeiro durante coletiva de imprensa na Secretaria de Segurança Pública (SSP), ao detalhar os avanços da investigação.
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Segundo a delegada, o valor combinado pela morte da vítima foi de R$ 10 mil, sendo que parte do pagamento — R$ 4 mil — teria sido entregue em espécie ainda na terça-feira anterior ao crime, no bairro da Santa Lúcia. A Polícia Civil sustenta que a trama já vinha sendo articulada desde dezembro do ano passado.
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Com o caso em investigação, a polícia também esclareceu que, no início, chegou a ser cogitada a hipótese de latrocínio, mas ela foi descartada rapidamente após a análise das circunstâncias e imagens de videomonitoramento. A partir disso, o crime passou a ser tratado como homicídio e, posteriormente, como possível execução.
Sobre a motivação, a delegada Tacyane Ribeiro afirmou que não há relação com briga de torcida organizada ou com o trabalho da vítima. A polícia aponta que o homicídio foi motivado por questão pessoal e teria sido encomendado por Juan, ex-companheiro da mulher que teria retomado o relacionamento com Joba.


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O mandante segue foragido e, segundo a Polícia Civil, a investigação continua para localizá-lo. Informações que possam ajudar podem ser repassadas de forma anônima por meio do Disque Denúncia 181.
