Menu lateral
Imagem
Imagem
Imagem
Gazeta >
AO VIVO

ASSISTA

TV GAZETA AL
AO VIVO

ASSISTA

GAZETA NEWS
GAZETA 94.1 - Maceió AO VIVO

GAZETA 94.1

Maceió
GAZETA FM 98.3 - Maceió AO VIVO

GAZETA FM 98.3

Maceió
GAZETA 101.1 - Arapiraca AO VIVO

GAZETA 101.1

Arapiraca
GAZETA 101.3 - Pão de Açúcar AO VIVO

GAZETA 101.3

Pão de Açúcar
CLASSIC - Rádio Web AO VIVO

CLASSIC

Rádio Web
Imagem
Menu lateral Busca interna do GazetaWeb
Imagem
AO VIVO

ASSISTA

TV GAZETA AL
AO VIVO

ASSISTA

GAZETA NEWS
GAZETA 94.1 - Maceió AO VIVO

GAZETA 94.1

Maceió
GAZETA FM 98.3 - Maceió AO VIVO

GAZETA FM 98.3

Maceió
GAZETA 101.1 - Arapiraca AO VIVO

GAZETA 101.1

Arapiraca
GAZETA 101.3 - Pão de Açúcar AO VIVO

GAZETA 101.3

Pão de Açúcar
CLASSIC - Rádio Web AO VIVO

CLASSIC

Rádio Web
X
compartilhar no whatsapp compartilhar no whatsapp compartilhar no facebook compartilhar no linkedin
copiar Copiado!
ver no google news

Ouça o artigo

Compartilhe

Ex-interno de clínica em Marechal revela cenário de terror: 'Era cárcere privado e tortura'

Dona da instituição foi presa; denúncias relatam espancamentos, dopagem e abuso sexual contra pacientes


				Ex-interno de clínica em Marechal revela cenário de terror: 'Era cárcere privado e tortura'
Ex-interno em vídeo. Foto: Reprodução

Novos relatos reforçam as investigações sobre os crimes ocorridos em uma clínica de reabilitação em Marechal Deodoro, na Região Metropolitana de Maceió. Ex-internos afirmam terem sofrido espancamentos, dopagem e maus-tratos no local, onde a esteticista Cláudia Poliana morreu em circunstâncias ainda apuradas pela Polícia Civil. A dona da instituição foi presa nesta sexta-feira (15), e o marido dela, também proprietário, está sendo procurado.

Tudo em um só lugar.

Receba notícias da GazetaWeb no seu WhatsApp e fique por dentro de tudo!

ACESSE O GRUPO >
Aplicativo na whatsapp Store

Um dos ex-internos, em vídeo, contou ter presenciado agressões dentro da clínica. “Cheguei a ver várias vezes a Poliana sendo espancada. Ele [o dono] batia nos pacientes e a esposa era conivente. Quando estava alterado, chegava a quebrar vassouras nas meninas”, relatou.

Leia também

Esse mesmo ex-interno afirmou que saiu há pouco tempo da unidade com costelas quebradas em consequência das agressões. Ele mostrou em vídeo os ferimentos, reforçando os indícios de violência praticada dentro da instituição.

Outra vítima, um homem, formalizou denúncia em boletim de ocorrência, relatando as condições entre dezembro de 2024 e fevereiro de 2025. Segundo o documento, o local, identificado como Comunidade Terapêutica Luz e Vida, funcionava sob responsabilidade de Jéssica da Conceição Vilela e Maurício Anchieta de Souza, e praticava diversas violações contra os internos.

Shorts Youtube
Play
Traficante com mandado por feminicídio é preso com arma e drogas em Maceió

Traficante com mandado por feminicídio é preso com arma e drogas em Maceió

Play
Suspeito de matar jovem de 19 anos no Ouro Preto, em Maceió, é preso

Suspeito de matar jovem de 19 anos no Ouro Preto, em Maceió, é preso

Play
Denúncia anônima ajuda PM a apreender armas em Maceió

Denúncia anônima ajuda PM a apreender armas em Maceió

Play
Goleiro do CSA, Wellerson desabafa após falha em empate com Jacuipense - 2/6/26

Goleiro do CSA, Wellerson desabafa após falha em empate com Jacuipense - 2/6/26

Play
CRB se reapresenta e inicia preparação para duelo contra o São Bernardo - 2/6/26

CRB se reapresenta e inicia preparação para duelo contra o São Bernardo - 2/6/26

“Desde o primeiro contato já percebi que ali não havia acolhimento nem condições básicas. O banho era cronometrado em dois minutos, a comida era tipo ‘lavagem’. Éramos dopados dia após dia, ameaçados, xingados e sofri agressões físicas, chegando a ter três costelas quebradas pelo proprietário. A permanência se tornou forçada, éramos impedidos de ter contato com a família. Presenciei agressões diversas, homens e mulheres todos juntos, dopados, em esquema de cárcere privado e tortura sob fachada de tratamento”, descreveu.

Ele também afirmou que os internos eram submetidos a torturas diárias: “Ao acordar, precisávamos correr ao redor da piscina, em jejum, fazer polichinelos sob o sol e sob efeito de medicamentos. Só consegui ser resgatado porque uma foto minha chegou ao meu irmão, que percebeu que eu não estava bem e me tirou de lá”.

O caso de Cláudia Poliana também gera revolta entre amigos. Em entrevista ao GazetaNews Tarde, nesta sexta-feira (15), a amiga Moniguy Pinto declarou que a vítima apresentava sinais claros de violência no velório. “Ela estava com o olho roxo, a cabeça afundada e um corte na nuca. Isso não é suicídio”, afirmou.

Além das agressões, há relatos de abuso sexual contra mulheres internadas, inclusive menores de idade. As investigações seguem em andamento.

App +Gazeta

Confira notícias no app, ouça a rádio, leia a edição digital e acesse outros recursos

Aplicativo na Google Play Aplicativo na App Store
Aplicativo na App Store

Relacionadas