Menu lateral
Imagem
Imagem
Imagem
Gazeta >
AO VIVO

ASSISTA

TV GAZETA AL
AO VIVO

ASSISTA

GAZETA NEWS
GAZETA 94.1 - Maceió AO VIVO

GAZETA 94.1

Maceió
GAZETA FM 98.3 - Maceió AO VIVO

GAZETA FM 98.3

Maceió
GAZETA 101.1 - Arapiraca AO VIVO

GAZETA 101.1

Arapiraca
GAZETA 101.3 - Pão de Açúcar AO VIVO

GAZETA 101.3

Pão de Açúcar
CLASSIC - Rádio Web AO VIVO

CLASSIC

Rádio Web
Imagem
Menu lateral Busca interna do GazetaWeb
Imagem
AO VIVO

ASSISTA

TV GAZETA AL
AO VIVO

ASSISTA

GAZETA NEWS
GAZETA 94.1 - Maceió AO VIVO

GAZETA 94.1

Maceió
GAZETA FM 98.3 - Maceió AO VIVO

GAZETA FM 98.3

Maceió
GAZETA 101.1 - Arapiraca AO VIVO

GAZETA 101.1

Arapiraca
GAZETA 101.3 - Pão de Açúcar AO VIVO

GAZETA 101.3

Pão de Açúcar
CLASSIC - Rádio Web AO VIVO

CLASSIC

Rádio Web
X
compartilhar no whatsapp compartilhar no whatsapp compartilhar no facebook compartilhar no linkedin
copiar Copiado!
ver no google news

Ouça o artigo

Compartilhe

Empresário alagoano é preso pela PF contra esquema de R$ 1,5 bilhão na mineração

Investigação aponta espionagem, tentativa de interferência judicial e atuação de rede com dezenas de empresas em MG


				Empresário alagoano é preso pela PF contra esquema de R$ 1,5 bilhão na mineração
Empresário alagoano é preso pela PF contra esquema de R$ 1,5 bilhão na mineração. Divulgação

O empresário alagoano Alan Cavalcante do Nascimento foi preso pela Polícia Federal (PF) durante uma operação que apura um esquema de aproximadamente R$ 1,5 bilhão envolvendo atividades ilegais no setor de mineração. A ação, que integra mais uma fase da Operação Rejeito, foi deflagrada nessa quinta-feira (18) e mira uma organização suspeita de fraudes ambientais e obstrução da Justiça.

Tudo em um só lugar.

Receba notícias da GazetaWeb no seu WhatsApp e fique por dentro de tudo!

ACESSE O GRUPO >
Aplicativo na whatsapp Store

Além da prisão preventiva, os agentes cumpriram mandados de busca e apreensão e obtiveram na Justiça a suspensão das atividades de empresas ligadas ao grupo. As ordens foram expedidas pela Justiça Federal em Belo Horizonte, com apoio do Gaeco do Ministério Público Federal.

Leia também

De acordo com a Polícia Federal, as investigações indicam que a organização atuava de forma estruturada para viabilizar licenciamentos irregulares no setor de mineração, além de adotar estratégias para dificultar apurações e influenciar decisões judiciais.

Entre os elementos apurados estão a contratação de serviços de espionagem para monitoramento de autoridades e pessoas de interesse, acesso indevido a dados protegidos por sigilo e tentativas de aproximação com agentes públicos para obtenção de vantagens ilícitas.

Shorts Youtube
Play
Homem dá paulada em idosa de muletas e rouba bolsa da vítima no interior de MG

Homem dá paulada em idosa de muletas e rouba bolsa da vítima no interior de MG

Play
Criança é atacada com chute na cabeça por morador em situação de rua em Brasília

Criança é atacada com chute na cabeça por morador em situação de rua em Brasília

Play
Farmácias de Maceió são flagradas com produtos vencidos

Farmácias de Maceió são flagradas com produtos vencidos

Play
Explosão faz máquina pegar fogo em obra da nova sede da Assembleia de AL

Explosão faz máquina pegar fogo em obra da nova sede da Assembleia de AL

Play
Hemoal fecha unidade nesta sexta e sábado; veja onde doar sangue em Maceió

Hemoal fecha unidade nesta sexta e sábado; veja onde doar sangue em Maceió

Também há indícios de uso irregular de sistemas restritos e até da tentativa de simular operações policiais, como blitze, para atender interesses da organização.

Esta fase é um desdobramento de ações anteriores que já apontavam a existência de um conglomerado empresarial com mais de 40 empresas, utilizado para operacionalizar fraudes ambientais. A holding Minerar S/A é apontada como uma das principais estruturas do esquema.

As investigações também revelaram estratégias consideradas atípicas, como a aquisição de imóveis próximos a residências de magistradas que atuavam em processos de interesse do grupo, além de episódios de destruição de provas após operações anteriores.

Segundo a Polícia Federal, o grupo explorava minério de ferro em áreas protegidas, incluindo regiões tombadas como a Serra do Curral, em Belo Horizonte.

Na fase anterior da operação, também foram presos empresários, servidores públicos e ex-dirigentes federais. Entre eles estão o diretor da Agência Nacional de Mineração, Caio Mário Seabra, e o ex-chefe da Polícia Administrativa da Polícia Federal, Rodrigo de Melo Teixeira.

Os investigados poderão responder por crimes como obstrução de investigação de organização criminosa, violação de sigilos e fraudes relacionadas ao licenciamento ambiental.

App +Gazeta

Confira notícias no app, ouça a rádio, leia a edição digital e acesse outros recursos

Aplicativo na Google Play Aplicativo na App Store
Aplicativo na App Store

Relacionadas