"Circunstâncias levam a crer em execução", diz delegado sobre morte de advogado
Três testemunhas oculares já foram ouvidas pela polícia, que tenta esclarecer o crime
O coordenador da Delegacia de Homicídios da Capital, delegado Eduardo Mero, informou que, diante das circunstâncias, tudo leva a crer de que o advogado José Fernando Cabral de Lima, de 51 anos, foi vítima de uma execução. Apesar dos indícios fortes, o delegado não descarta que o crime tenha sido latrocínio (roubo seguido de morte).
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"As circunstâncias levam a crer que pode ser, de fato, uma execução, mas também há relatos de um possível latrocínio e a gente não vai descartar. Vamos investigar todas as linhas apresentadas", afirmou.
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Segundo ele, já foram ouvidas três pessoas, testemunhas oculares, mas os nomes delas não serão divulgados. O andamento das investigações é quem vai determinar a quantidade de pessoas a serem ouvidas, conforme o delegado.
Ainda no local do crime, Mero garantiu que todos os levantamentos preliminares foram feitos pela equipe plantonista, coordenada pela delegada Paula Francinetti. Mas, ele revelou que o caso ficará sob a responsabilidade da delegada Simone Marques.


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"Hoje, a delegada Simone já determinou algumas missões para a equipe, que inclusive já está na rua fazendo diligências, levantamentos e investigações para elucidar o caso", confirmou o coordenador da DHC.
O delegado pede para que a população ajude a Polícia Civil a identificar os autores do crime, fazendo contato por meio do Disque-Denúncia (181). O sigilo é assegurado.
"A gente já sabe que estão circulando vídeos do acesso dos criminosos na saída do local e, em determinado momento, eles aparecem sem capacete, de cara limpa e os populares que conhecem essas pessoas certamente vão conseguir identificá-los. Então, a gente pede para que essas pessoas liguem para o 181 e denunciem. Lógico que isso não é determinante e estamos trabalhando muito no caso, mas essa ajuda da população será muito importe para as investigações", avalia.
