Após superlotação e transtornos, Central de Flagrantes transfere presos
Policiais militares ainda aguardavam o final do procedimento, que teve início somente às 8h30
Após o registro de superlotação na Central de Flagrantes I, no bairro do Farol, na manhã desta quinta-feira (29), os suspeitos, presos durante a Operação Ápice, desencadeada nesta madrugada, começaram a ser direcionados à carceragem.
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A reportagem daGazetawebesteve na Central e confirmou que houve a transferência de presos para outros locais, mas não os policiais não informaram a quantidade de presos transferidos. Haviam apenas 6 suspeitos, oriundos da Operação Ápice, espalhados no local à espera dos procedimentos do registro do flagrante.
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De acordo com o Cabo J Barbosa, as guarnições chegaram à Central por volta das 6h da manhã, mas apenas 8h30 deu-se início aos procedimentos, por esse motivo, os policiais militares continuavam aguardando o fim do procedimento.
Segundo o Cabo, o maior transtorno para os policiais é a questão da demora no recebimento da ocorrência. "O problema é questão na demora no atendimento, a parte burocrática. Eles alegam a superlotação. É feita a operação, mas não se sabe quantos vão ser presos e quantas vagas vão ter quando chega aqui no local".


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Superlotação
A Central de Flagrantes I estava com 24 pessoas na carceragem, esperando a transferência para a Casa de Custódia e, em seguida, para o sistema prisional. Com isso, as pessoas presas durante a Operações Ápice não puderam entrar na distrital. Algumas viaturas ficaram concentradas desde a madrugada, na calçada da delegacia. Os presos, um deles com tornozeleira eletrônica, permaneceram nos veículos da Polícia Militar (PM), mas, após algum tempo, foram retirados e colocados em bancos na Central. Ao todo, 14 viaturas com 56 militares foram aglomeradas no entorno da delegacia 24 horas.
