PC acredita que grupo de 10 pessoas espancou torcedor do CRB
Em coletiva, delegada reprovou a conduta do presidente da Mancha Azul, preso ontem, e defendeu a extinção das torcidas organizadas

Greyce Bernardino
04/08/2023 às 0:25 • Atualizada em 04/08/2023 às 1:26 - há XX semanas
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Durante coletiva de imprensa, na manhã desta sexta-feira (4), a delegada Talita Aquino informou que investigações apontam que, ao menos, 10 pessoas participaram do espancamento do torcedor do CRB, ocorrida na quarta-feira (2).
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Dois suspeitos foram presos, nessa quinta (3), sendo um deles o presidente da Mancha Azul, torcida organizada do CSA, Douglas César da Silva Santos, conhecido como Bebezão, conforme divulgado pela Polícia Civil (PC). O outro preso foi identificado como Thiago Lyra Alves dos Santos, o "Bocão".
“Nós demos início às investigações assim que tomamos conhecimento do espancamento e, a partir disso, foram efetuadas duas prisões. Uma com apoio da PC e a outra com apoio da Polícia Militar. Realizamos várias diligências, colhemos depoimentos, chegando às prisões, sendo um dos suspeitos presidente da torcida organizada e o outro apenas integrante”, disse Aquino.
“Durante investigações, apuramos que, ao menos, 10 pessoas, estão envolvidas no crime. Alguns já foram identificados e já temos as prisões de dois. Continuamos com a investigação. Ela não parou, apenas teve início, para punir todos os culpados”, falou.


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Aquino ainda reprovou a conduta do presidente da Mancha Azul. “Pela qualidade de diretor de uma torcida, a gente entende que, se as pessoas estão se reunindo sob o título de torcida organizada, era para proporcionar diversão, lazer e engrandecer o futebol, e não ser uma organização criminosa com o intuito de cometer crimes”. Aquino ainda acrescentou que as torcidas organizadas deveriam ser extintas.
Por fim, a delegada disse que a PC vai continuar colhendo depoimentos de testemunhas, como também, coletar imagens de câmeras do local próximo para delinear o que de fato aconteceu, quem participou do crime e os veículos envolvidos.
A vítima segue internada no Hospital Geral do Estado (HGE) e, também, deve ser ouvida pela PC, conforme seu estado de saúde.
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