"Amava viver": saiba quem é a gari morta por ex enquanto trabalhava
Principal linha de investigação aponta que o feminicídio foi praticado pelo ex-companheiro da vítima

Adjane Araújo da Silva, morta a tiros pelo ex-companheiro na cidade de Teotônio Vilela, em Alagoas, foi descrita por quem a conhecia como uma pessoa que amava viver. Ela foi vítima de um feminicídio enquanto trabalhava.
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Aos 38 anos, Adjane atuava como gari no município e era mãe de três filhos. Ela teve um relacionamento amoroso com o suspeito do crime por apenas dois meses — época em que entrou com um pedido de medida protetiva por sofrer ameaças e ser perseguida.
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"Ela era uma guerreira, uma mãe batalhadora e amava viver. Não fazia e nem mexia com nada de errado. Morreu com a roupa do trabalho. Edjane, o Senhor já te colocou em um bom lugar", escreveu uma das conhecidas da mulher nas redes sociais.
O crime ocorreu na tarde dessa quinta-feira (31). A principal linha de investigação aponta que o feminicídio foi praticado pelo ex-companheiro da vítima, identificado apenas como Elias. A polícia suspeita ainda que o criminoso tenha premeditado tudo, já que sabia informações da vida da vítima.


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“A motivação é por causa da condição do sexo feminino, porque ele não aceitou o fim do relacionamento e começou a perseguir, intimidar a vítima e familiares, por isso ela entrou com o pedido de medida protetiva”, afirmou o delegado Esron Pinheiro, da Unidade de Atendimento ao Local de Crime 3 (UALC 3).
