“Putas e de raça maldita”, diz aliado de Trump sobre brasileiras
Paolo Zampolli fez declaração em referência à ex-mulher, a brasileira Amanda Ungaro, com quem foi casado por 20 anos

O enviado especial para assuntos globais de Donald Trump, Paolo Zampolli, disse que “mulheres brasileiras são programadas para causar problemas” ao falar sobre sua ex-mulher, a modelo brasileira Amanda Ungaro, com quem foi casado por quase 20 anos, em uma entrevista à emissora italiana Rai 3.
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Amanda acusa Zampolli de violência doméstica, o que ele nega. “As mesmas fotos que ela te mandou, ela mandou para o mundo todo. Onde estavam os hematomas? Nas pernas. Ela era kickboxer. Ela tinha hematomas nas pernas e nos braços. Eu nunca toquei em uma mulher. Depois de vinte anos, será que estávamos nos estuprando? Talvez psicologicamente”, disse.
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Após a exibição da reportagem, o advogado Maurizio Miculan, que representa Zampolli, emitiu uma nota em que diz que as acusações de Amanda são “declarações infundadas e oportunistas feitas por ela após quase duas décadas de convivência pacífica, devido a uma disputa pela guarda de seu filho menor”.
Na mesma entrevista, Zampolli faz outras ofensas a mulheres brasileiras. Em um momento em que ele achava que não estava sendo gravado, o aliado de Trump disse que as “brasileiras são todas iguais”, ao se referir a uma outra mulher chamada Lídia. “É uma dessas putas brasileiras, essa raça maldita de brasileiras, são todas iguais. Aquela vaca, eu estava com ela, transava com ela. Depois ela também ficou louca”, disse Zampolli.


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