Papa critica regime iraniano por mortes, mas reafirma não apoiar guerra
Leão XIV criticou Teerã pela repressão letal contra protestos, reafirmando que a perda de vidas humanas deve ser condenada

O Papa Leão XIV afirmou que "como líder religioso" não pode apoiar a guerra entre os Estados Unidos e Israel contra o Irã, mas condenou o regime iraniano por matar manifestantes.
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“Como líder religioso, não posso ser a favor da guerra”, disse Leão aos jornalistas que viajavam com ele de Malabo, na Guiné Equatorial, uma semana depois de o presidente dos EUA, Donald Trump, ter atacado o pontífice por sua postura sobre o conflito no Oriente Médio.
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“Gostaria de incentivar todos a fazerem esforços para procurar respostas que venham de uma cultura de paz e não de um lugar de ódio e divisão.”
Leão afirmou que os bombardeios dos EUA e de Israel no Irã criaram uma “situação caótica para a economia global”, além de “uma população inteira no Irã, de pessoas inocentes, que estão sofrendo por causa dessa guerra.”


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Destacando o custo humano do conflito, o papa revelou que carrega uma foto de um menino muçulmano libanês, que havia carregado um cartaz dando as boas-vindas ao pontífice no final do ano passado e que foi morto na guerra.
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