Obama assina lei com novas sanções à Coreia do Norte
Sanções são dirigidas àqueles que ajudem o regime comunista. Coreia do Norte disse em janeiro ter testado bomba de hidrogênio
O presidente americano, Barack Obama, assinou nesta quinta-feira (18) uma lei que impõe novas sanções à Coreia do Norte, após as provocações de um recente teste nuclear e do lançamento de um foguete, informou a Casa Branca
Tudo em um só lugar.
Receba notícias da GazetaWeb no seu WhatsApp e fique por dentro de tudo!

A lei sancionada por Obama foi aprovada pelo Congresso na semana passada. O texto reforça as sanções a Pyongyang para a importação de bens e de tecnologia relacionados com armas de destruição em massa, assim como a qualquer pessoa envolvida em abusos aos direitos humanos, completou a Casa Branca.
Leia também
As sanções, que incluem o congelamento de ativos, a proibição de vistos e o repúdio de contratos públicos americanos, estão dirigidas contra toda pessoa ou empresa que ajude o regime comunista de Pyongyang, principalmente na aquisição de materiais para fabricar armas de destruição em massa.
A Coreia do Norte proclamou em 6 de janeiro ter testado com êxito uma bomba de hidrogênio, anúncio que os especialistas internacionais receberam com grande ceticismo. Esta explosão constituiu o quarto teste nuclear do regime mais isolado do mundo e uma nova violação de resolução da ONU.


Lira cita relação com Lula e Bolsonaro para defender capacidade de diálogo

Arthur Lira admite impeachment de ministro do STF em situação extrema

Arthur Lira defende pena integral para integrantes de facções criminosas

Arthur Lira defende conclusão do Canal do Sertão e apoio ao pequeno produtor
O novo texto endurece as sanções prévias a Pyongyang e torna obrigatórias as penalidades que até agora estavam entregues à discrição do presidente.
Embora todas as empresas que ajudam a Coreia do Norte possam ser sancionadas, sem dúvida será "difícil" aplicar a lei a empresa chinesas vinculadas a Pyongyang, admitiu o senador republicano Bob Corker, presidente da Comissão de Assuntos Exteriores.
"O objetivo não é castigar a China", explicou. "Mas se há entidades que ajudam (o regime norte-coreano) e nós sabemos que há, elas serão castigadas", disse Corker, que chamou o governo de Obama a ser intransigente.
