Macron promete a Beirute que ajuda após explosão não irá para 'mãos corruptas'
Presidente francês, Emmanuel Macron, visitou local da explosão na capital do Líbano e prometeu ajudar país.
Macron fez a declaração durante a primeira visita de um líder estrangeiro à capital libanesa desde que a maior explosão de sua história atingiu a cidade, matando pelo menos 145 pessoas, ferindo 5 mil e deixando partes da capital em ruínas.
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Depois de visitar o porto no epicentro da explosão, Macron foi recebido por uma multidão na rua Gemmayze, uma das mais danificadas da cidade, com gritos contra o establishment político e a corrupção endêmica.
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"Garanto a vocês que essa ajuda não vai para mãos corruptas", disse Macron, que usava gravata preta de luto.
Ele prometeu enviar mais ajuda médica e outros tipos de auxílio para o Líbano e retornar ao país por volta de 1º de setembro, enquanto os que estavam ao seu lado entoavam gritos como "revolução" e "o povo quer a queda do regime".


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"Vou conversar com todas as forças políticas para pedir um novo pacto. Estou aqui hoje para propor um novo pacto político a eles", afirmou Macron, fazendo cumprimentos em vias cheias de escombros e com lojas com vitrines e janelas estouradas.
As autoridades atribuem a explosão a um enorme estoque de material altamente explosivo armazenado por anos em condições inseguras no porto de Beirute. O governo ordenou a prisão de alguns trabalhadores portuários.
