Menu lateral
Imagem
Imagem
Imagem
Gazeta >
AO VIVO

ASSISTA

TV GAZETA AL
AO VIVO

ASSISTA

GAZETA NEWS
GAZETA 94.1 - Maceió AO VIVO

GAZETA 94.1

Maceió
GAZETA FM 98.3 - Maceió AO VIVO

GAZETA FM 98.3

Maceió
GAZETA 101.1 - Arapiraca AO VIVO

GAZETA 101.1

Arapiraca
GAZETA 101.3 - Pão de Açúcar AO VIVO

GAZETA 101.3

Pão de Açúcar
CLASSIC - Rádio Web AO VIVO

CLASSIC

Rádio Web
Imagem
Menu lateral Busca interna do GazetaWeb
Imagem
AO VIVO

ASSISTA

TV GAZETA AL
AO VIVO

ASSISTA

GAZETA NEWS
GAZETA 94.1 - Maceió AO VIVO

GAZETA 94.1

Maceió
GAZETA FM 98.3 - Maceió AO VIVO

GAZETA FM 98.3

Maceió
GAZETA 101.1 - Arapiraca AO VIVO

GAZETA 101.1

Arapiraca
GAZETA 101.3 - Pão de Açúcar AO VIVO

GAZETA 101.3

Pão de Açúcar
CLASSIC - Rádio Web AO VIVO

CLASSIC

Rádio Web
X
compartilhar no whatsapp compartilhar no whatsapp compartilhar no facebook compartilhar no linkedin
copiar Copiado!
ver no google news

Ouça o artigo

Compartilhe

Homem-bomba mata 9 pessoas no Paquistão

Segundo a polícia, além dos 9 mortos, 34 pessoas ficaram feridas. Homem conduzia triciclo carregado de explosivos


				Homem-bomba mata 9 pessoas no Paquistão
Reprodução

Um atentado com um homem-bomba ao volante de um triciclo carregado de explosivos matou ao menos nove pessoas e feriu outras 34 nessa terça-feira (12/5), no noroeste do Paquistão, informou a polícia.

Tudo em um só lugar.

Receba notícias da GazetaWeb no seu WhatsApp e fique por dentro de tudo!

ACESSE O GRUPO >
Aplicativo na whatsapp Store

O ataque ocorre poucos dias depois de outro atentado suicida com carro-bomba contra um posto de controle da polícia em Bannu, na mesma região, seguido de um tiroteio com as forças de segurança que deixou 15 policiais mortos.

Leia também

“Segundo os primeiros relatos, o suposto homem-bomba se aproximou de dois agentes da polícia rodoviária que estavam em um posto de controle antes de se explodir”, declarou à AFP Muhammad Sajjad Khan, alto responsável da polícia local.

Após o atentado em Bannu, o Ministério das Relações Exteriores do Paquistão convocou o principal diplomata afegão em missão no país. Islamabad afirmou que o ataque foi “orquestrado por terroristas que residem no Afeganistão”.

Shorts Youtube
Play
Adrualdo Catão denuncia ataques contra Natália Von Sohsten e cobra reação da OAB

Adrualdo Catão denuncia ataques contra Natália Von Sohsten e cobra reação da OAB

Play
“Você já me prendeu, mas meu voto é seu”: vídeo com Delegado Leonam viraliza

“Você já me prendeu, mas meu voto é seu”: vídeo com Delegado Leonam viraliza

Play
Alfredo Gaspar realiza carreata em Viçosa e destaca recepção de apoiadores

Alfredo Gaspar realiza carreata em Viçosa e destaca recepção de apoiadores

Play
Fábio Costa diz que alagoanos aderem espontaneamente à campanha de Flávio Bolsonaro

Fábio Costa diz que alagoanos aderem espontaneamente à campanha de Flávio Bolsonaro

Play
Em Coruripe, Cabo Bebeto pede voto em Flávio e exalta Alfredo Gaspar

Em Coruripe, Cabo Bebeto pede voto em Flávio e exalta Alfredo Gaspar

A província de Khyber Pakhtunkhwa, no noroeste do país e na fronteira com o Afeganistão, é frequentemente atingida por atentados suicidas e episódios de violência reivindicados por grupos que se opõem ao poder central paquistanês.

O Paquistão acusa Cabul de abrigar esses grupos insurgentes, o que o governo afegão nega.

O conflito entre Paquistão e Afeganistão se arrasta há anos em torno da fronteira comum entre os dois países — cujo traçado não é reconhecido por Cabul — e se intensificou desde o retorno do governo talibã ao poder, em 2021.

Confrontos esporádicos se transformaram em guerra aberta no fim de fevereiro, quando o Paquistão realizou bombardeios aéreos, inclusive sobre Cabul.

Segundo um relatório da ONU publicado nesta terça-feira, o conflito provocou a morte de 372 civis afegãos e deixou outros 397 feridos entre 1º de janeiro e 31 de março de 2026.

No período, foram mortas 13 mulheres, 46 crianças (31 meninos e 15 meninas) e 313 homens no Afeganistão.

A predominância de vítimas do sexo masculino se explica pelo elevado número de mortos no ataque de 16 de março contra um hospital de Cabul, que atendia exclusivamente pacientes homens em tratamento contra dependência química.

Em respostas por escrito, o Paquistão sustenta que “nenhum hospital ou centro de reabilitação para dependentes químicos foi alvo” dos bombardeios e afirma que suas ações “foram direcionadas apenas contra infraestruturas terroristas e militares”.

O número real pode ser muito mais alto

No relatório da Missão de Assistência das Nações Unidas no Afeganistão (Unama), o Ministério das Relações Exteriores paquistanês afirma que 130 civis e membros das forças de segurança morreram no Paquistão desde o início de janeiro.

A Unama informou ter visitado o local do hospital atingido e “observado o impacto dos bombardeios aéreos paquistaneses”. O governo talibã havia relatado mais de 400 mortos.

“Embora a Unama tenha conseguido verificar de forma independente ao menos 269 mortes de civis e 122 feridos, o número real pode ser muito mais alto”, destaca o relatório.

Muitos corpos “não puderam ser identificados por terem sido despedaçados”, e outros estavam irreconhecíveis “em razão de queimaduras extensas”.

A missão da ONU recomenda às autoridades afegãs que “estabeleçam um registro das pessoas ainda dadas como desaparecidas” para responder às demandas das famílias.

Também pede que as partes em conflito evitem atingir unidades de saúde, não realizem ataques em áreas densamente povoadas por civis e investiguem possíveis violações do direito humanitário.

App +Gazeta

Confira notícias no app, ouça a rádio, leia a edição digital e acesse outros recursos

Aplicativo na Google Play Aplicativo na App Store
Aplicativo na App Store

Relacionadas