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EUA voltam a pousar na Lua após 50 anos. Agora, com empresa privada

A Intuitive Machines realizou o pouso histórico para os EUA, com o apoio da Nasa. Chegada à Lua foi suave, segundo empresa

A empresa Intuitive Machines alcançou um feito notável ao realizar o primeiro pouso na Lua em mais de meio século. O feito coloca os Estados Unidos novamente no satélite, sendo a primeira vez desde as memoráveis caminhadas realizadas pelos astronautas da Apollo, da Nasa.

O módulo de pouso, construído e operado pela Intuitive Machines, aterrissou com sucesso, embora inicialmente tenha enfrentado desafios na comunicação, resultando em um sinal fraco. Apesar disso, a empresa confirmou que a nave pousou de maneira vertical, em 75 minutos de operação.

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Detalhes adicionais, como a confirmação do destino pretendido próximo ao polo sul da Lua, não foram inicialmente divulgados, pois o webcast ao vivo foi encerrado logo após a identificação do sinal fraco.

“O que podemos confirmar, sem dúvida, é que nosso equipamento está na superfície da Lua”, relatou o diretor da missão, Tim Crain, durante um momento tenso no centro de controle da empresa em Houston.

Após duas horas de expectativa, a empresa finalmente anunciou que os dados estavam começando a chegar, confirmando o sucesso do pouso lunar, marcando não apenas um retorno dos EUA à Lua, mas também tornando a Intuitive Machines a primeira empresa privada a realizar um pouso lunar – algo alcançado por apenas cinco países até o momento.

O CEO da Intuitive Machines, Steve Altemus, compartilhou entusiasmo, afirmando: “Eu sei que isso foi difícil, mas estamos na superfície e estamos transmitindo. Bem-vindo à Lua”.

Horas tensas antes do pouso dos EUA na Lua

As horas que antecederam o pouso foram tensas, com um contratempo no sistema de navegação a laser do módulo de pouso. A equipe de controle de voo teve que implementar um sistema experimental de laser da Nasa de última hora, permitindo ao módulo dar uma volta extra ao redor da Lua para realizar ajustes necessários.

O local de pouso escolhido, a cerca de 300 quilômetros do polo sul, representava desafio significativo, cercado por obstáculos, como pedras, colinas e crateras. O local, mais próximo do polo do que qualquer nave espacial já chegou, é estrategicamente escolhido pela possibilidade de conter água congelada.

Além dos experimentos para a Nasa, a Intuitive Machines comercializou espaço no módulo de pouso para várias entidades, incluindo a Columbia Sportswear, o escultor Jeff Koons e a Embry-Riddle Aeronautical University.

O feito se junta a uma série de esforços globais para explorar e, potencialmente, lucrar com a Lua. A empresa japonesa Astrobotic Technology tentou um pouso no mês passado, enquanto a entrada da Intuitive Machines destaca o compromisso dos EUA em liderar a exploração lunar, impulsionado por iniciativas da Nasa.

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