VÍDEOS: Batalhão Escolar promove ação simulada de ataque a escola no Cepa
Treinamento visa preparar policiais para lidar com situações de violência dentro do ambiente escolar

Militares do Batalhão de Polícia Escolar (BPEsc) simularam um ataque a um ambiente escolar, na manhã desta quinta-feira (20), tendo como cenário a Escola Estadual Moreira e Silva, localizada no Cepa (Centro Educacional de Pesquisa Aplicada), em Maceió.
Tudo em um só lugar.
Receba notícias da GazetaWeb no seu WhatsApp e fique por dentro de tudo!

A instrução faz parte do segundo estágio de Nivelamento de Policiamento Escolar e visa preparar os integrantes do policiamento nas unidades escolares.
Leia também
Durante o treinamento, foram empregados, pelo menos, 50 militares do BPEsc para reproduzir as situações mais próximas de um evento real. A intenção é preparar os militares que atuam cotidianamente nas mais de 300 unidades que compõem a Rede Estadual de Ensino.
“Começamos na segunda-feira e, nesta quinta-feira, preparamos um exercício simulado de ação contra agressor ativo, ou seja, simulando ocorrências em que indivíduos motivados ideologicamente adentram numa escola com o objetivo de causar danos. Essa parte prática da instrução é essencial para que o policial esteja devidamente capacitado para poder sanar esse problema e evitar com que danos maiores possam vir ao curso”, destacou o tenente-coronel Soares, comandante do BPEsc.


Homem acusado de atropelar e matar adolescente vai a julgamento

Homem morre após acidente de moto em Craíbas

Prefeito de Piaçabuçu se pronuncia pela primeira vez após ser afastado do mandato

Família Pereira negocia com Lira e mantém voto em Renan Filho para o governo
Segundo ele, esse tipo de situação emergencial exige treinamento e prevenção. “A Polícia Militar de Alagoas faz o policiamento ostensivo das 6h às 23h e classifica as escolas entre verde, amarela e vermelha. Verde são aquelas que não apresentaram nenhum tipo de ocorrência naquele mês. Amarela são aquelas que apresentaram uma ocorrência, mas que não envolveram violência nem tráfico de entorpecentes. Vermelhas são aquelas que tiveram ocorrência, que envolveram violência e o tráfico”, explica.
As unidades mais violentas recebem a visita dos policiais do BPEsc de três a cinco vezes por semana. Nas demais, o policiamento é reforçado conforme a demanda. Os militares fazem contato com os gestores para identificar as dificuldades e, de posse dessas informações, as estratégias são organizadas para atuação de forma repressiva e preventiva.

O Batalhão Escolar tem efetivo de aproximadamente 100 policiais atuando diretamente no policiamento das unidades de ensino.
“O objetivo é prevenir com táticas para evitar que um ataque aconteça. Importante ter a parceria com a PM, que está se capacitando e simulando uma ocorrência dentro de um curso de especialização destes militares. Além do apoio da PM, tem no governo o programa Coração de Estudante, que proporciona a contratação de psicólogos e assistentes sociais, que reforçam a rede de apoio”, ressaltou a secretária executiva de Gestão Escolar, Sandra Vitorino.
