Menu lateral
Imagem
Imagem
Imagem
Gazeta >
AO VIVO

ASSISTA

TV GAZETA AL
AO VIVO

ASSISTA

GAZETA NEWS
GAZETA 94.1 - Maceió AO VIVO

GAZETA 94.1

Maceió
GAZETA FM 98.3 - Maceió AO VIVO

GAZETA FM 98.3

Maceió
GAZETA 101.1 - Arapiraca AO VIVO

GAZETA 101.1

Arapiraca
GAZETA 101.3 - Pão de Açúcar AO VIVO

GAZETA 101.3

Pão de Açúcar
CLASSIC - Rádio Web AO VIVO

CLASSIC

Rádio Web
Imagem
Menu lateral Busca interna do GazetaWeb
Imagem
AO VIVO

ASSISTA

TV GAZETA AL
AO VIVO

ASSISTA

GAZETA NEWS
GAZETA 94.1 - Maceió AO VIVO

GAZETA 94.1

Maceió
GAZETA FM 98.3 - Maceió AO VIVO

GAZETA FM 98.3

Maceió
GAZETA 101.1 - Arapiraca AO VIVO

GAZETA 101.1

Arapiraca
GAZETA 101.3 - Pão de Açúcar AO VIVO

GAZETA 101.3

Pão de Açúcar
CLASSIC - Rádio Web AO VIVO

CLASSIC

Rádio Web
X
compartilhar no whatsapp compartilhar no whatsapp compartilhar no facebook compartilhar no linkedin
copiar Copiado!
ver no google news

Ouça o artigo

Compartilhe

Religiosos de matriz africana celebram 104 anos da Quebra do Xangô

Data também é comemorada o Dia de Iemanjá, a orixá feminina do Candomblé

Grupos religiosos de matriz africana celebraram, nesta terça-feira (2), os 104 anos da Quebra do Xangô. O evento aconteceu na Praça dos Martírios, no Centro de Maceió. O Xangô Rezado Alto, como é denominada a festa, reúne centenas de fiéis e acontece na mesma data em comemoração ao Dia de Iemanjá, chamada de "Rainha do Mar", pelos religiosos de matriz africana. O evento é realizado pela Prefeitura de Maceió, por meio da Fundação Municipal de Ação Cultural (FMAC).

Tudo em um só lugar.

Receba notícias da GazetaWeb no seu WhatsApp e fique por dentro de tudo!

ACESSE O GRUPO >
Aplicativo na whatsapp Store

O Xangô Rezado Alto é um protesto contra os ataques a terreiros ocorridos nos dias 1 e 2 de fevereiro de 1912, quando, em atos de intolerância, templos religiosos foram queimados e destruídos em Alagoas. Alguns líderes foram agredidos e outros mortos. Nessa época, os religiosos passaram a rezar baixo, sem os simbólicos e sonoros tambores africanos, de onde surgiu o nome Xangô Rezado Baixo.

Leia também

No evento, aconteceram apresentações culturais, intercaladas com discursos de líderes religiosos. Para o Pai Célio, da Casa de Iemanjá, a proibição e a violência vai além do aspecto religioso.

"Essa religiosidade latente envolve cultura e aspectos sociais incontestáveis. A intolerância acontece todos os dias, é preciso dizer nesses 104 anos e sempre, que chega de desrespeito".

Shorts Youtube
Play
Luciano exalta Paulo por duplicações e diz que obras fortalecem Arapiraca: "Muito obrigado”

Luciano exalta Paulo por duplicações e diz que obras fortalecem Arapiraca: "Muito obrigado”

Play
Arthur estreia no guia e diz que Senado de Alagoas “está devendo aos alagoanos”

Arthur estreia no guia e diz que Senado de Alagoas “está devendo aos alagoanos”

Play
Dr. Wanderley estreia no guia com juramento: “Entrarei no Senado de mãos dadas com o povo”

Dr. Wanderley estreia no guia com juramento: “Entrarei no Senado de mãos dadas com o povo”

Play
Marina estreia no guia com JHC, família e fé no centro da campanha

Marina estreia no guia com JHC, família e fé no centro da campanha

Play
Renan estreia no guia defendendo experiência: “Maturidade não se improvisa”

Renan estreia no guia defendendo experiência: “Maturidade não se improvisa”

O presidente da FMAC, Vinícius Palmeira, entende que a celebração é uma importante página da história caeté e que o evento é um momento em que os religiosos de matriz africana têm a oportunidade de expressar seus sentimentos e chamar a atenção da população para a prática da intolerância religiosa, não só para o Candomblé ou a Umbanda, mas para todas as outras religiões.

"É um momento que deve sempre ser levado a sério. É a memória desses grupos que também é nossa. O alagoano precisa entender isso. É a nossa história, é a tolerância viva", ressaltou.


				Religiosos de matriz africana celebram 104 anos da Quebra do Xangô
FOTO: Fernanda Lins

Tags

App +Gazeta

Confira notícias no app, ouça a rádio, leia a edição digital e acesse outros recursos

Aplicativo na Google Play Aplicativo na App Store
Aplicativo na App Store

Relacionadas