Novas câmeras reforçam videomonitoramento nas unidades prisionais

Investimento é avaliado como primordial para trabalhadores que atuam nos presídios, apenados e visitantes

A aquisição de novas câmeras, ainda no primeiro trimestre de 2023, irá reforçar os trabalhos na Central de Videomonitoramento implantada há quase seis anos pela Secretaria da Ressocialização e Inclusão Social (Seris). O objetivo é assegurar a ordem e a disciplina nas unidades prisionais.

Atualmente, aproximadamente 600 câmeras de videomonitoramento estão instaladas nas unidades prisionais de Alagoas. O número deve aumentar para cerca de 700 até março deste ano. O investimento é avaliado como primordial para os trabalhadores que atuam no sistema prisional, apenados e visitantes. Ou seja, mais segurança para todos.

“A gente está fazendo a troca de câmeras e a instalação de outras em todas as unidades. A qualidade dessas câmeras é muito melhor, muito superior às que nós tínhamos. Inclusive vamos ter câmeras térmicas, que giram 360 e que podem se aproximar até 16 vezes, além de câmeras de reconhecimento facial que ficarão nas entradas das unidades e outras que detectam movimento”, declara Fabiano Anízio, supervisor da Central de videomonitoramento da Seris.

Há um ano e três meses na função, o policial penal Fabiano Anízio exalta os investimentos feitos até agora no sistema prisional alagoano, que garantem segurança aos servidores, presos e visitantes. “Assim que terminar a instalação de câmeras teremos em Alagoas o que há de mais moderno no ramo de monitoramento”, afirma o supervisor.

Fabiano destaca que o monitoramento de câmeras no sistema prisional alagoano é feito exclusivamente por policiais penais. “O videomonitoramento é um importante aliado que pode ajudar na manutenção da ordem, acompanhar a movimentação dentro e fora das unidades, assim como identificar qualquer atividade suspeita. Estamos prontos para prever crimes, antecipar e combater. Os equipamentos têm tecnologia de alta precisão que permite uma intervenção rápida, inclusive no escuro. Além disso, podemos arquivar as imagens para análises futuras”, disse Fabiano Anízio.

*com informações da assessoria.