Movimentos sociais realizam ato contra presidente interino Michel Temer
Eles saíram em caminhada pelo Centro em Maceió; principal pauta é defesa da democracia
Trabalhadores e movimentos sociais e culturais participaram, na manhã desta sexta-feira (10), de um ato contra o governo do presidente interino Michel Temer. A concentração aconteceu na Praça Centenário, no Farol, e, de lá, eles saíram em caminhada pelas ruas do Centro, parando novamente na Praça Deodoro.
Tudo em um só lugar.
Receba notícias da GazetaWeb no seu WhatsApp e fique por dentro de tudo!

No local, onde fica o Tribunal de Justiça de Alagoas (TJ/AL) foram pregadas faixas contra Temer e contra o sistema judiciário brasileiro. "Queremos chamar atenção também para o que está acontecendo na Justiça brasileira, para como ela está se comportando. Queremos que ela seja imparcial", explicou a presidente da Central Única dos Trabalhadores (CUT), Rilda Alves.
Leia também
O movimento, que acontece nacionalmente, foi organizado pela entidade e teve a participação também de movimentos ligados à terra e à cultura. Segundo a presidente, o objetivo principal é se posicionar a favor da democracia e dos direitos trabalhistas e contra o impeachment da presidente Dilma Rousseff.

"Não concordamos com esse golpe e nem com essas reformas trabalhistas, como a previdenciária, que vai prejudicar principalmente as mulheres. Isso é um retrocesso, assim como o fim do Ministério do Desenvolvimento Agrário. O ministério foi uma conquista dos movimentos e trata dos direitos dos trabalhadores do campo. Queremos a volta deles e das políticas públicas", acrescentou Rilda.


Semifinais definidas - 18/09/2026

Crystopher novamente nos holofotes - 18/09/2026

Violência doméstica termina com prisão na capital

Operação Eclipse: suspeito morre em confronto

"A sociedade civil organizada e os movimentos compareceram para protestar contra esse processo de golpe implantado pelo Temer, com interesses financeiros nacionais e internacionais. A juventude está participando e vai continuar na luta para não reconhecer esse governo golpista, que tira os direitos dos trabalhadores", destacou o deputado Paulão.
No próximo dia 16, acontece um novo ato com os trabalhadores do campo, que devem ocupar agências do INSS da capital e de mais dez cidades alagoanas. Participam da manifestação a CUT, os Sindicatos dos Trabalhadores em Educação (Sinteal) e dos Bancários e Financeiros, os Movimentos Via do Trabalho (MVT) e Sem-Terra (MST), o Sindicato e a Associação dos Docentes da Universidade Federal de Alagoas (Adufal).
