IMA investiga poluição do Riacho Doce, em Maceió
Após colher amostras da água, equipes deverão identificar as causas e os responsáveis pelo crime ambiental
Técnicos do Instituto do Meio Ambiente (IMA-AL) estiveram no bairro de Riacho Doce, em Maceió, nesta sexta-feira (3), para coletar amostras da água do rio que leva o mesmo nome. Além da coleta, a equipe irá verificar as possíveis fontes de poluição do corpo d'água, a fim de, posteriormente, identificar os responsáveis pela poluição.
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Os técnicos foram enviados ao local após o órgão receber denúncias de moradores da região. Nos últimos dias, eles identificaram que o riacho se transformou em uma língua suja, com uma grande mancha se formando em trecho do mar.
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Segundo Guilherme Ramalho, fiscal do IMA, a suspeita é a de que a causa esteja relacionada à ausência de saneamento básico. "Iremos agir conforme os resultados das amostras e após identificarmos a origem da poluição", disse Ramalho.
De acordo com Manuel Messias, gerente de laboratório do IMA, a coloração e a turgidez do rio são atípicos. "A poluição está visível, mas a análise laboratorial é necessária para confirmar se a poluição é proveniente de resíduos industriais ou de esgotos domésticos", explicou Messias.


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O gerente afirmou, ainda, que a análise será feita para se identificar os parâmetros característicos de esgoto sanitário. "Avaliaremos aspectos como coliformes fecais, Escherichia Coli, pH, salinidade e condutividade", emendou, acrescentando que o relatório das amostras deve sair na próxima quarta-feira (8), sendo, posteriormente, encaminhado à fiscalização do IMA, para que a gerência tome as medidas cabíveis.
