IMA faz levantamento de espécies da Piscina do Amor, na Pajuçara
Equipe também esteve nas Piscinas Naturais para fiscalizar embarcações que fazem passeios
O Instituto do Meio Ambiente (IMA) iniciou, nesta quinta-feira (21), um levantamento das espécies que vivem na Piscina do Amor, na enseada de Pajuçara e fechada desde junho do ano passado com o intuito de preservar os organismos marinhos. A ideia é estudar a biodiversidade do local.
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Segundo o coordenador de Gerenciamento Costeiro, Ricardo César, o estudo funciona como um monitoramento técnico da área, que é considerada zona de exclusão e não pode ser visitada por banhistas. A equipe tirou fotos da piscina, protegida por esolução do Conselho Estadual de Proteção Ambiental (Cempram).
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"Não existe uma frequência para fazermos o levantamento. Nas melhores marés a gente vem e realiza esses procedimentos. A área é fechada e é proibida a entrada de pessoas e jangadeiros. É lá que esse levantamento fotográfico das espécies está sendo feito", disse ele.

"Durante o mergulho, encontrei uma espécie de peixe, o peixe-gato, que há muito tempo não víamos em um tamanho razoavelmente bom, pois, como ele é bastante curioso, se aproxima facilmente das pessoas, tornando a pesca muito fácil. Mas vi o peixe-gato de tamanho médio, o que é muito bom", relatou o biólogo Juliano Fritscher.


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Além da Piscina do Amor, a equipe comandada pelo biólogo Ricardo César, coordenador de Gerenciamento Costeiro, também esteve nas piscinas naturais da Pajuçara para fiscalizar a visitação e o fundeio das embarcações. O oferecimento de ração ou comida aos peixes também foi observado.
Lá, eles encontraram um jangadeiro dando pão aos animais. O homem foi apenas advertido e conscientizado sobre a proibição da prática.

