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Forte aparato policial é montado para audiência sobre privatização da Eletrobras

Evento ocorre nesta terça-feira, no auditório da Esmal; Rua Cônego Machado foi interditada

A Rua Cônego Machado, situada no bairro do Farol, foi interditada no início da manhã desta terça-feira (6). A causa da interdição se deve a uma audiência pública sobre a privatização da Eletrobras Distribuição Alagoas, que ocorrerá no auditório da Escola Superior de Magistratura de Alagoas (Esmal).

A reportagem daTV Gazetafoi até o local e constatou o forte aparato policial montado para garantir a segurança das pessoas que vão participar da audiência. O trânsito no local está congestionado em virtude da interdição na rua que dá acesso à unidade de ensino.

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Além de guarnições do Batalhão de Policiamento de Trânsito (BPTran), que interditaram a localidade, policiais militares da cavalaria e equipes do Corpo de Bombeiros (CB) foram acionados.

PRIVATIZAÇÃO

O auditório do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai), no bairro do Poço, seria palco da audiência pública sobre a privatização da Eletrobras; porém, o evento foi cancelado depois que trabalhadores invadiram o local aos gritos de "Fora Temer", "golpistas não passarão" e "a Ceal [Companhia Energética de Alagoas] é nossa".

Marcada pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), para acontecer no dia 27 de fevereiro, a audiência foi adiada para hoje.

A sessão teria como objetivo esclarecer sobre a desestatização da distribuidora alagoana e receber contribuições da sociedade, mas, segundo sindicalistas, a presença de um forte aparato policial teria intimidado a presença da população. Para entrar no auditório também era preciso apresentar identidade, passar por uma revista e fazer um cadastro.

Com um futuro incerto, a distribuidora alagoana será vendida - caso escape da liquidação - por um valor simbólico de R$ 50 mil. Esse valor, diz o presidente, é, na verdade, uma indicação para o mercado de que o valor não está nos R$ 50 mil, mas na oferta da menor tarifa.

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