Família diz que torcedor agredido com bomba artesanal não participa de organizadas
Vítima de 17 anos passou por cirurgia e segue internada no HGE; estado de saúde é estável

A família do torcedor do CRB agredido com chutes, pedradas na cabeça e bomba artesanal, na noite dessa quarta-feira (11), após o jogo entre CRB e Sport, em Maceió, afirmou que ele não participa de nenhuma torcida organizada. A Polícia Civil está investigando o caso.
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Em entrevista à TV Gazeta, os parentes relataram que K. J. S., como foi identificado, estava esperando o ônibus, que demorou a chegar. Então, ele e outras pessoas presentes no momento decidiram ir embora a pé.
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"Foi no momento em que aconteceram as agressões. Falaram que passou um homem avisando que tinha cinco homens jogando bombas. Só que eles não deram ouvidos. Quando ele deu dois passos, já vinham os caras soltando bombas e jogando pedras nele. Ele ficou para trás sozinho. [...] Ele só torce pelo time. Ele ama o time somente", relataram os familiares.
Internado no HGE, K. J. S., de 17 anos, foi submetido a um procedimento cirúrgico e seu estado de saúde é considerado estável. A família contou que o jovem está consciente e falando.


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A confusão foi registrada por câmeras de videomonitoramento. As imagens mostram que o torcedor foi atingido pela bomba caseira, correu com a perna machucada e, em seguida, foi alcançado pelos motociclistas, que continuaram as agressões. Murros, chutes e pedradas foram desferidos contra ele e atingiram a região do crânio.
Há suspeita de que cinco motociclistas efetuaram a agressão; porém, o vídeo mostra a presença de seis homens. O torcedor foi socorrido pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu).
O Ministério Público de Alagoas, por meio da Promotoria de Justiça do Torcedor, informou que vai adotar todas as medidas cabíveis para a elucidação do caso.
*com informações da TV Gazeta
