Braskem estima custo adicional de R$ 3 bi para ações em bairros de Maceió
As despesas relacionadas ao fenômeno somam agora cerca de R$ 11 bilhões, conforme a empresa
A Braskem divulgou, nesta quinta-feira (26), o acréscimo de mais R$ 3 bilhões em custos e despesas adicionais para a implementação de medidas definidas pela Agência Nacional de Mineração (ANM) para fechamento das minas instáveis de extração de sal em bairros de Maceió. Após o anúncio, as ações da empresa apresentaram queda.
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No balanço financeiro do terceiro trimestre, a Braskem havia informado provisões de cerca de R$ 8 bilhões relacionado ao afundamento de solo que autoridades atribuem à atividade de mineração da Braskem e que forçou a realocação de milhares de moradores de quatro bairros de Maceió.
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Isso significa que as despesas relacionadas ao fenômeno somam agora cerca de R$ 11 bilhões ou 70% da receita líquida da empresa entre os meses de julho e setembro.
Os recursos devem ser investidos ao longo dos próximos três anos no fechamento de minas e no preenchimento, com material sólido, de determinados poços adicionais de extração de sal.


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A empresa informou, ainda, que não estão descartadas novas provisões relacionadas à situação dos bairros do Pinheiro, Mutange, Bom Parto e Bebedouro, afetados pelo afundamento do solo, na capital alagoana.
