15 secretarias, mil servidores e 200 empregos: como será o Complexo Administrativo em Maceió?
Obra inédita em PPP vai transformar prédios abandonados e reduzir gastos públicos em mais de R$ 300 mi

O prefeito JHC e o vice-prefeito e secretário de Infraestrutura, Rodrigo Cunha, assinaram, nessa quinta-feira (2), a ordem de serviço para o início das obras do Complexo Administrativo de Maceió, que será construído no centro da cidade.
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O projeto, inédito na capital, será executado por meio de uma Parceria Público-Privada (PPP) e prevê a revitalização de três prédios históricos abandonados — Palmares, Ary Pitombo e Iapetec — transformando-os em uma estrutura moderna, sustentável e eficiente.
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Com investimento de R$ 197 milhões da iniciativa privada, o novo Complexo reunirá 15 secretarias e órgãos municipais, concentrando cerca de 1.460 servidores e recebendo diariamente mais de 800 pessoas.
Além de modernizar a gestão, o modelo deve gerar economia anual de R$ 11,87 milhões aos cofres públicos, o que representa uma redução acumulada de aproximadamente R$ 332 milhões durante a vigência do contrato.


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Segundo o prefeito JHC, o projeto simboliza uma virada de página para a cidade. “Esses prédios, que antes eram sinônimo de abandono, agora vão se transformar em um Centro Administrativo moderno e sustentável. Estamos trazendo todas as secretarias para cá em um modelo pioneiro de PPP, que gera economia e mais eficiência para o cidadão”, afirmou.

Durante a fase de construção, a obra deve gerar cerca de 200 empregos diretos, além de outros 150 na operação, movimentando a economia local e atraindo novos serviços e empreendimentos.
O projeto também terá padrões sustentáveis, como iluminação e ventilação natural, energia solar, reaproveitamento de água e cobertura verde.
A iniciativa integra o Programa Novo Centro, que busca devolver vitalidade à região central de Maceió por meio da recuperação de imóveis, estímulo à moradia social, criação de rotas culturais e gastronômicas e melhorias na mobilidade urbana.

As construtoras Engemat e Telesil, vencedoras do leilão realizado em janeiro na Bolsa de Valores de São Paulo (B3), assinaram o contrato de execução, operação e manutenção da estrutura pelos próximos 30 anos. Para os responsáveis, o empreendimento vai além da obra.
“Estamos dando o primeiro passo para revitalizar todo o centro de Maceió. Com o Complexo, vamos atrair mais empresas e valorizar o comércio local, gerando desenvolvimento para a cidade”, destacou Virgílio Brasileiro, presidente da Engemat.
*Com assessoria
