Uncisal afirma que decisão sobre reclassificação de alunos ainda não será aplicada
Universidade informou que determinação do TJAL não tem efeito imediato e que situação dos estudantes será mantida até o fim dos recursos

17/07/2026 às 7:49 • Atualizada em 17/07/2026 às 8:49 - há XX semanas
Siga a GazetaWeb no Google

A Universidade Estadual de Ciências da Saúde de Alagoas (Uncisal) informou, nesta sexta-feira (17), que recorrerá da decisão do Tribunal de Justiça de Alagoas (TJAL) que manteve o veto à bonificação regional adotada pela instituição. Segundo a universidade, os alunos beneficiados continuarão com a situação acadêmica mantida até o encerramento das possibilidades de recurso.
Tudo em um só lugar.
Receba notícias da GazetaWeb no seu WhatsApp e fique por dentro de tudo!

Em nota oficial, a Uncisal esclareceu que a decisão proferida pelo TJAL, nessa quinta-feira (16), não tem cumprimento imediato, uma vez que ainda cabem recursos. A instituição informou que, em conjunto com a Procuradoria-Geral do Estado (PGE), está adotando as medidas recursais cabíveis.
Leia também
A universidade destacou ainda que o julgamento não foi unânime, com resultado de dois votos a um, e que o processo seguirá para uma nova análise com a participação de outros desembargadores, conforme previsto na legislação.
A Uncisal afirmou que, neste momento, nenhum ato será realizado em relação aos estudantes beneficiados pela bonificação, mantendo integralmente a situação atual até o esgotamento das vias recursais.


Galo de olho no Náutico - 15/07/2026

CRB fugindo da zona de rebaixamento - 15/07/2026

Acidente com motorista no Bairro da Serraria

Suspeito de homicídio: crime teria sido motivado pela disputa por território para tráfico de drogas
A decisão do TJAL manteve o entendimento que declarou inconstitucional a lei da bonificação regional da Uncisal. O benefício concedia um acréscimo de 10% na nota do vestibular para candidatos que cursaram todo o ensino médio em escolas presenciais de municípios alagoanos.
A norma foi questionada por meio de uma ação popular, sob o argumento de que violava princípios constitucionais. O caso também é discutido em uma Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) ajuizada pela Defensoria Pública.
A universidade informou que aguarda o resultado da ADI e reafirmou o compromisso com a legalidade e com os direitos dos estudantes, além de garantir que manterá a comunidade acadêmica informada sobre os próximos desdobramentos.