Mãe de Ana Beatriz será conduzida para presídio feminino e ficará em cela separada
Eduarda é a principal suspeita pela morte da filha e foi presa em flagrante nessa terça (15)

Eduarda Silva de Oliveira, mãe da bebê Ana Beatriz, de apenas 15 dias, teve a prisão preventiva decretada pela Justiça nesta quarta-feira (16) e será transferida para o Presídio Feminino Santa Luzia, em Maceió. Conforme determinação judicial, ela ficará custodiada em cela separada das demais detentas.
Tudo em um só lugar.
Receba notícias da GazetaWeb no seu WhatsApp e fique por dentro de tudo!

A medida foi decidida durante audiência de custódia conduzida pelo juiz Antônio Íris da Costa Júnior, que apontou a necessidade da prisão com base na preservação da ordem pública e na conveniência da instrução criminal.
Eduarda é a principal suspeita pela morte da filha e foi presa em flagrante nessa terça (15), após confessar o crime a familiares e ao advogado. Ela indicou o local exato onde o corpo da bebê estava escondido: dentro de uma sacola plástica, colocada em um armário na área da lavanderia da casa onde moravam, em Novo Lino.
Artigos Relacionados

Segurando toalha de Ana Beatriz, pai lamenta morte da filha: “Queria apenas dar um enterro digno”

Justiça mantém prisão da mãe suspeita de asfixiar e matar a bebê Ana Beatriz

Caso Ana Beatriz gera comoção na Câmara e levanta alerta sobre saúde mental materna
Desde a última sexta (11), a mãe apresentou ao menos cinco versões diferentes sobre o desaparecimento da recém-nascida, incluindo o relato de um sequestro em um ponto de ônibus e uma suposta invasão domiciliar seguida de abuso sexual. A Polícia Civil descartou essas hipóteses.


Suspeito de matar jovem de 19 anos no Ouro Preto, em Maceió, é preso

Denúncia anônima ajuda PM a apreender armas em Maceió

Goleiro do CSA, Wellerson desabafa após falha em empate com Jacuipense - 2/6/26

CRB se reapresenta e inicia preparação para duelo contra o São Bernardo - 2/6/26
Em seu último depoimento à polícia, Eduarda afirmou que matou a filha asfixiada com um travesseiro porque a criança estava há dois dias sem dormir e chorando constantemente.
O caso segue sendo investigado pela Polícia Civil, que aguarda laudos periciais para concluir a tipificação do crime — se homicídio qualificado ou infanticídio.
