Decisão tomada pelo STF pode levar 30 detentas de Alagoas para prisão domiciliar
Corte autorizou presas por tráfico a cuidar dos filhos pequenos na própria casa
Um levantamento parcial feito pela Secretaria de Estado da Ressocialização e Inclusão Social (Seris) aponta que 31 reeducandas podem deixar a cadeia e ficar em prisão domiciliar até o julgamento. Elas se enquadram nas condições expostas pelo Supremo Tribunal Federal (STF), na semana passada.
Tudo em um só lugar.
Receba notícias da GazetaWeb no seu WhatsApp e fique por dentro de tudo!

A assessoria de comunicação da Seris informou que o número inicial de reeducandas que possuem filhos menores de 12 anos e estão presas por tráfico é de 31 custodiadas.
Leia também
"Porém, esse número poderá sofrer alterações à medida que fomos conferindo os documentos", explicou a assessoria.
No Presídio Feminino Santa Luzia estão recolhidas 60 presas provisórias e respondem pelos crimes de tráfico ou associação ao tráfico.


Cabo Bebeto promete independência na Assembleia: "Pauta ruim terá meu cofronto"

Após eleger segunda cadeira do PL, Cabo Bebeto quer levar direita às câmaras municipais

Cabo Bebeto anuncia giro por Alagoas para ampliar votação de Flávio Bolsonaro

Cabo Bebeto espera que JHC anuncie apoio a Flávio Bolsonaro no segundo turno
Na semana passada, o ministro Ricardo Lewandowski - do Supremo Tribunal Federal (STF) - decidiu que mulheres grávidas e mães de crianças de até 12 anos que estejam em prisão provisória terão o direito de deixar a cadeia e ficar em prisão domiciliar até o julgamento.
Dados divulgados este mês pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ) revela que entre as cerca de 31 mil mulheres que cumpriam pena em todo o país em setembro deste ano, 477 estavam grávidas ou amamentando.
