Acusados de matar mulher trans viram réus por latrocínio
Consta nos autos do processo que, no dia 3 de julho, por volta das 2h, os dois réus roubaram pertences da vítima mediante intensa violência física; crime ocorreu em Santana do Ipanema

Hebert Borges
08/08/2023 às 4:49 • Atualizada em 08/08/2023 às 8:16 - há XX semanas
Siga a GazetaWeb no Google
A Justiça aceitou denúncia do Ministério Público de Alagoas (MP-AL) e tornou réus pelo crime de latrocínio Kayque Silva dos Santos, de 20 anos, e Genilson de Melo Viana, de 30. Eles são acusados de matar e roubar a mulher trans Grazyele Junqueiro, em Santana do Ipanema, no Sertão de Alagoas, no dia 3 do mês passado. Grazy, como era conhecida, morreu no dia 10 de julho. A pena para o crime pode chegar a 30 anos.
Tudo em um só lugar.
Receba notícias da GazetaWeb no seu WhatsApp e fique por dentro de tudo!

Consta nos autos do processo que no dia 3 de julho, por volta das 2h, os dois réus roubaram pertences da vítima mediante intensa violência física que resultou na morte de Grazy.
Artigos Relacionados
Segundo o inquérito policial, os denunciados estavam ingerindo bebidas alcoólicas, quando Kayque convidou Genilson para cobrar uma suposta "dívida", como pretexto para o encontro com a vítima, com quem ele disse ter um relacionamento afetivo.
De acordo com a apuração da polícia, ao chegar na residência de Grazy, Kayque desferiu-lhe um golpe na cabeça com uma garrafa, levando-a a cair desacordada, momento que, juntamente com Genilson, continuou as agressões com mais golpes na cabeça, chutes e pontapés parando apenas quando entenderam que a vítima estava morta.


Servidores cobram da PF apuração sobre perdas de recurso do Iprev Maceió

Governo inaugura ponte na zona rural de São José da Tapera

Renan Filho volta a defender projeto coletivo e união de forças para futura chapa

Em discurso, senador Renan critica gestão anterior à do filho no governo de Alagoas
Logo após, a dupla roubou um colar, um aparelho celular e três taças de vidro da vítima. “Por fim, retiraram- se da residência da vítima com os produtos do roubo que, horas depois, foram ofertados pelos investigados a testemunhas, demonstrando a intenção de obter vantagem econômica com a ação criminosa”, diz a denúncia.
