Vídeo: família cobra Justiça pelo assassinato de jovem em Viçosa: "Não tinha maldade com ninguém"
Cerca de dez pessoas já foram ouvidas pela Polícia Civil, que mantém informações sob sigilo para não atrapalhar investigações
A família de Rian Venâncio da Silva, de 18 anos, assassinado com dois tiros na cabeça, em Viçosa, realizou um protesto nessa terça-feira (22) para cobrar Justiça pelo homicídio. O delegado Fabrício Nascimento informou que cerca de dez pessoas já foram ouvidas pela Polícia Civil, que mantém informações sob sigilo para não atrapalhar investigações
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O crime ocorreu no dia 16 de fevereiro. Rian estava acompanhado de uma jovem, quando foi atingido por dois tiros na cabeça. Inicialmente, segundo a família, as informações seriam que de que o crime se trataria de um assalto, no entanto, parentes acreditam que o homicídio se tratou de execução.
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Segundo a tia de Rian, Lucilene da Silva, nenhum pertence que estava com ele foi levado: como a motocicleta, a carteira, o celular e uma corrente. Além disso, a jovem que estava com ele foi 'poupada' pelos criminosos.
" [Rian] Era um menino que gostava de servir as pessoas. Todos lá em viçosa gostavam dele. Ele não tinha maldade com ninguém, não tinha vício e era sempre brincalhão. Por onde passava fazia amizade, era muito sonhador, inclusive estava trabalhando com meu cunhado como ajudante de pedreiro", expõe a tia da vítima.


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Nessa terça-feira (22), os parentes e amigos fizeram uma manifestação pela cidade de Viçosa cobrando Justiça.
Segundo o delegado, Fabrício Nascimento, além de já ter ouvido cerca de 10 pessoas, a polícia trabalha também na aquisição de câmeras de videomonitoramento que possam existir na região onde o crime ocorreu.
"A investigação corre em sigilo. Mas posso adiantar que já foram ouvidas cerca de dez pessoas, outras pessoas que serão ouvidas nos próximos dias e estamos analisando algumas imagens da região mais próximas. Temos algumas linhas de investigação que estão evoluindo, mas que não posso passar nada mais concreto para não atrapalhar as investigações", explica o delegado.

